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Não ao uso dos espaços públicos para fazer apologia da doutrina da Igreja Católica

Assim como aconteceu durante séculos, continuamos sofrendo uma profunda institucionalização confessional católica dos poderes públicos, em matéria simbólica, jurídica, econômica, tributária, legislativa e de ensino. O ordenamento atual reconhece a

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Rebeliom e desobediência contra a sua violência

A violência contra as mulheres assume muitas formas: física, sexual, psicológica e econômica. Essas formas de violência se inter-relacionam e afetam as mulheres desde antes do nascimento até a velhice.

Apunta-te na jornada formativa Feminismo em Rede: twitter para a açom feminista!

Já podes te cadastrar na jornada formativa Feminismo em Rede: twitter para a açom feminista. Aqui vas encontrar todas as informaçons necessárias para te inscrever. Dia: 19 de outubro de

Pura misoginia, puro ódio

A direita espanhola nunca mexeu um dedo pelas mulheres. E hoje segue igual que sempre. Desde que Rajoy chegou à Moncloa não houve nem uma só decisão que nos tenha

18 de Julho: vamos bater com força porque queremos ao PP fora da Galiza

Na quinta, haverá acçções de protesto em frente às sedes do PP e prédios do governo em várias cidades.As concentrações pretendem apontar a corrupção de políticos e elites empresariais e

16 de junho manifestação nacional pelo direito a decidir sobre os nossos corpos

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28 de maio: Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.

Celebra-se hoje o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, enquadrado numa situação na que as mulheres vemos como os nossos direitos são atacados,

#FeminismosEmEscracho Não vamos permitir que nos ponham a parir!!

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Diferentes organizações feministas convocamos em Vigo para a terça-feira dia 30 de abril às 19:30 diante da igreja Santiago de Vigo (R/ García Barbom) uma primeira acção feminista em resposta

Não ao uso dos espaços públicos para fazer apologia da doutrina da Igreja Católica

Assim como aconteceu durante séculos, continuamos sofrendo uma profunda institucionalização confessional católica dos poderes públicos, em matéria simbólica, jurídica, econômica, tributária, legislativa e de ensino.

O ordenamento atual reconhece a aconfesionalidade das instituições públicas, mas estes princípios vulnéranse, quase permanentemente, pelos poderes executivo, legislativo e judicial, concedendo, os governos de turno, privilégios às entidades religiosas, especialmente à Igreja Católica .

Assim, o episcopado católico, utilizando recursos públicos, amparando-se em uma hegemonia outorgada pelo Estado e com o seu grande poder econômico, simbólico e mediático, ataca, com sanha, a vontade popular, sempre que se avança no reconhecimento de direitos como os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, entre outros.

Denunciamos
Que a exposição “Vida y espiritualidad de Madre Teresa de Calcuta” está cheia de cartazes de santos rezando, Papas, crucifixos,imagens de cristos, espaços para se ajoelhar … é portanto um ato de exaltação da doutrina da Igreja Católica.

Por isso Exigimos
A imediata retirada da exposição  “Vida y espiritualidad de Madre Teresa de Calcuta”  das instalações pertencentes aos serviços públicos.

 
Por uma sociedade laica, polo nosso direito de decidir!!

Mulheres Nacionalistas Galegas (MNG)
Galiza 09 de janeiro de 2014

Rebeliom e desobediência contra a sua violência

Contra o terrorismo machista, Feminismo sem trégua!!!

Contra o terrorismo machista, Feminismo sem trégua!!!

A violência contra as mulheres assume muitas formas: física, sexual, psicológica e econômica. Essas formas de violência se inter-relacionam e afetam as mulheres desde antes do nascimento até a velhice.

A violência contra as mulheres não está confinada a uma cultura, uma região ou um país específicos, nem a grupos de mulheres em particular dentro de uma sociedade. As raízes da violência de gênero decorrem da discriminação persistente contra as mulheres. Deriva de uma organização social de gênero que privilegia o masculino.

As desigualdades de gênero alicerçam-se na existência de uma hierarquia histórica e cultural entre homens e mulheres, com primazia do masculino, respaldada na “lógica” da diferença biológica entre os sexos. Manifesta-se numa ordem social e material fortemente simbólica, que inferioriza, submete e discrimina a condição feminina. Está presente na família, nas igrejas, no mercado de trabalho, nos processos de trabalho, nas instituições, nos partidos políticos, nos movimentos sociais, enfim, no imaginário coletivo sob a forma de representações sociais. Aos homens, o cérebro, a inteligência, a razão lúcida, a capacidade de decisão… Às mulheres, o coração a sensibilidade e os sentimentos.

Estas desigualdades têm no patriarcado – sistema masculino de opressão das mulheres, caracterizado por uma economia domesticamente organizada, na qual as mulheres tornam objeto de satisfação sexual dos homens, reprodutoras de herdeiros, de trabalho e de novas reprodutoras – um de seus melhores espaços de manifestação, historicamente falando, uma vez que o sistema é identificado com a dominação e a exploração.

A rigor, o machismo, tendência à naturalização dos privilégios masculinos e da subordinação feminina, é uma formulação social quase naturalizada. As relações sociais, o sistema político, econômico, social e cultural imprime, ao longo do tempo, uma representação muito forte de subordinação das mulheres aos homens. Essa subordinação, reprodutora de desigualdades entre os gêneros, sempre foi tratada como natural, imutável e justificadora dos esquemas de discriminação e opressão sobre as mulheres. Os sustentáculos dessas relações desiguais são, principalmente, a divisão sexual e desigual do trabalho doméstico, a divisão social do trabalho, o controle do corpo e da sexualidade feminina e a exclusão das mulheres dos espaços de poder e decisão.

A desigualdade de gênero é um fenômeno transversal à sociedade, pois desconhece a fronteira de classe social e de raça/etnia. Ocorre no mundo inteiro e atinge mulheres em todas as idades, grau de instrução, estado civil, classe social, orientações religiosa e sexual, condições física e mental…

Não se nega que tenha havido evolução no tocante à situação das mulheres na sociedade, bem como um avanço legislativo no enfrentamento das desigualdades de gênero. Essa evolução ocorreu graças à incessante luta de muitas mulheres, feministas ou não, contra sua história de subordinação.

Hoje é imperativo conhecer e fazer valer os direitos e expressá-los no espaço público porque toda mulher tem o direito à vida, à dignidade, à integridade física, a liberdade pessoal, a privacidade, auto-determinação, o maior nível da saúde reprodutiva, e o direito a viver livre de violência e discriminação.

Hoje, 25 de novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, amanhã e todos os dias do ano vamos deixar claro que as mulheres queremos nos sentir livres da violência machista. Vemo-nos nas ruas!

Contra o terrorismo machista, Feminismo sem trégua!!!

Apunta-te na jornada formativa Feminismo em Rede: twitter para a açom feminista!

Feminismo em Rede: twitter para a açom feminista!

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Já podes te cadastrar na jornada formativa Feminismo em Rede: twitter para a açom feminista. Aqui vas encontrar todas as informaçons necessárias para te inscrever.

Dia: 19 de outubro de 2013
Lugar: Casa das Mulheres Vigo (Rua Romil).
Inscriçom: Gratuita. Praço límite 8 outubro.

Em MNG cremos que se devem buscar novos jeitos de ativar a participaçom e a formaçom das mulheres com vontade de artelhar dinâmicas que persegam a melhora dessa realidade. Partimos do convencimento de que formaçom e informaçom constituem um marco ótimo para que fluam as diversas ideias e propostas de cambio social e as mulheres temos que ser protagonistas ativas deste cambio.

É por isso que apostamos por um enfoque participativo. A nossa experiencia confirma-nos a importância de otimizar os processos de formaçom e informaçom para fazer chegar à cidadania as nossas propostas. O coletivo MNG considera necessário formar ás mulheres em questons relacionadas com a nossa participaçom social, com os nossos direitos… para a nossa achega ativa no cambio social.

Conteúdos

Obradoiro: Como liala em twitter? Noçons básicas (11:00 a 13:30 h)
Imparte: Paula Rios Curbeira
O obradoiro está pensado para nos iniciarmos no uso de twitter e para participar só precisas cubrir a ficha de inscriçom e trazer o teu portatil o un smartphone.

Mesa de experièncias: Twitteiras feministas: aprendendo a organizar-nos e luitar na Rede (17:00 a 19:30 h)

Participaram: @CCeives @reimondez @SinGENEROdDUDAS @feminismogaliza
Ciberfeministas con experiencia em formaçom e a elaboraçom de materiais didáticos. Direitos Humanos. RSE. Género e TIC e Redes de conhecimento.

Processo de inscriçom

  • Preenche o formulário mais abaixo ou enche a ficha que podes descarregar aqui e envia um escaneado ou uma imagem dela a mngvigo[@]hotmail.com
  • O prazo para inscriçom é até 8 de outubro
  • Receberás um correio de confirmação no email que nos tiveres fornecido no formulário de inscrição (verifica se o endereço que nos envias é correto ou não poderemos contactar contigo)

Bule!!! as praças som limitadas até completar aforo.

Vemo-nos nas redes! ;-D

Assunto

Nome e apelidos (obrigatório)

Idade: (obrigatório)

Profissom: (obrigatório)

Nome da asociaçom á que pertences (caso pertencer a alguma):

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Rázons polas que tes interese no curso

Aviso legal:

O teu endereço eletrónico e o resto dos dados de caráter pessoal que nos facilitares seram objeto de tratamento automatizado nos nossos ficheiros, para o envio de comunicaçons por via eletrónica. Poderás, a qualquer momento, exercer o direito de acesso, retificaçom, cancelamento ou oposiçom nos termos estabelecidos na Lei orgânica 15/1999, de proteçom de dados de caráter pessoal (LOPD 15/1999), dirigindo um escrito ao endereço eletónico mng[@]feminismo.org. Também te comunicamos que a informaçom incluída neste formulário é confidencial pois é para uso exclusivo da pessoa destinatária arriba mencionada.

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