já está na rúa o nosso livro sobre feminismo e laicismo
5th Outubro 2008
Com textos de :
Mercedes Oliveira Malvar e Amada Traba Diaz
Doris Benegas Haddad

Ás sombras da Igreja católica, as misogínias renovam-se continuamente. A Igreja de Roma segue a manter a esencia do seu discurso, a ser a gram represora da mulher ao serviço do sistema patriarcal.
A sua jerarquía despregou toda a influencia moral e política que adquiriu em séculos de dominios corpos e mentes para bloquear cada projecto que alentara a autonomia das mulheres.
Nos últimos tempos depois do anúncio de mudanças na materia de religiom, no matrimonio… a Igreja viu ameaçada a sua posiçom de poder e privilegios, impensáveis num estado constitucionalmente separado da Igreja:
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A Igreja católica percebe do Estado um financiamento milhonario de legalidade incerta.
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A Igreja católica tem importantes concessons no sistema educativo, um negocio ideológico e económico, que atingue mesmo aos centros públicos.
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A Igreja católica condena aos movimentos feministas baseándose no argumento de que a biológia impuso-nos ás mulheres um papel de subordinaçom natural e defende a nossa reclussom na casa, ao servicio da familia….
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A Igreja católica atenta contra a saúde. Nom se conforma com que as suas normas sejam seguidas por quem queira senom que pretende que esas normas afectem a todo o mundo. E por todo o mundo tenhem importantes efectos no controlo da natalidade ou na defessa contra a SIDA. A saúde tamem atingue aos embaraços adolescentes, á anticoncepçom, aos mitos sobre a homosexualidade, à violência patriarcal. No seu objectivo de manter umha estrutura repressora nom duvida em empregar argumentos falsos, acientitíficos e discriminatórios.
Como é possivel que siga gozando de privilégios, como se lhe pode conceder umha mayéria escolar para que transmita e difunda umha doutrina perigosa, fundamentalista e acientífica en centros públicos de ensino?
Como podemos seguir escoitando teses sobre a maldade intrínseca das “ideologias de género” culpáveis, segundo Ratzinger, de “destruir famìlias, vidas e naçons”?
É preciso que a separaçom entre a Igreja e o Estado seja real e definitiva.
Numha sociedade nom sexista nom há espaço para a submissom do político ao religioso, nom há espaço para a intolerância de bispos, iman ou rabinos regendo a nossa vida e os nossos corpos.
Mulheres Nacionalistas Galegas
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