nov 21

Luitadoras. O género da memoria

Com motivo da celebraçom do Dia contra a Violência de Género Mulheres
Nacionalistas Galegas apresentam o 24 de Novembro às 18:30 na Fundación
Granell em Santiago de Compostela, a sua última publicaçom
“Luitadoras. O género da memória.”

Esta publicaçom pretende render uma homenagem a todas as mulheres
comprometidas com os valores que representava a Republica e que foram
perseguidas, torturadas, encarceradas, violadas, fuziladas ou exiladas.

Através da recuperaçom da nossa história desde uma perspectiva de género
trata-mos de viabilizar e reivindicar um reconhecimento social para
essas mulheres que trataram sempre de defender unha sociedade más
igualitária.

nov 20

25 de Novembro, Dia Internacional contra a Violência de Género

PODEMOS ACABAR COA VIOLÃ?NCIA MACHISTA. CADA QUEM DESDE A SUA RESPONSABILIDADE

25 de Novembro, Dia Internacional contra a Violência de Género

Som muitos os cámbios nos últimos anos: novas leis, programas específicos nas administraçons, visibilizaçom nos meios de comunicaçom, distinta valoraçom na opiniom pública, novos valores nas relaçons pessoais… ainda assim, o número de mulheres assassinadas, as denúncias de mulheres agredidas e as condenas por agressons, seguem aumentando. E o que é ainda mais preocupante, a violência machista perpetua-se na gente mais nova.

Somos conscientes de que muitas estruturas económicas (Banco Mundial, Fondo Monetario Internacional, multinacionais…), estruturas políticas (G-8, governos, exércitos…), e estruturas religiosas (Vaticano, conferência episcopal espanhola, aiatolas, imans, conselhos religiosos…) estám mantendo e perpetuando umha organizaçom patriarcal da sociedade onde se encontra enraizada a violência machista, umha realidade implantada em todo o planeta, e que amosa a sua face mais descarnada em situaçons de guerra, tráfico de pessoas e explotaçom sexual…

DOMINGO, 25 DE NOVEMBRO, ACUDE Ã?S MOBILIZAÃ?ONS CONVOCADAS PELA MARCHA
Vigo, às 12hs saída de Urzaiz (entrada a Príncipe).
A Corunha, às 12hs no Obelisco.
Ferrol Terra, às 12hs, Praça de Galiza, em Narom.
Ponte Vedra, às 12hs Praça â??8 de Marçoâ?.
Costa da Morte, às 12hs na Praça â??8 de Marçoâ? em Cee.
Compostela, às 12:30 na Praça â??8 de Marçoâ?.

jun 23

Livres para eleger, livres para o prazer

bandeira

Ás sombras da igreja católica, as misoginias e a homofobia renovam-se continuamente.

A Igreja de Roma, apoiada pelos sectores mas retrógrados da sociedade, segue a manter a essência do seu discurso, a ser a gram repressora ao serviço do sistema patriarcal.

A sua jerarquia despregou toda a influência moral e política que adquiriu em séculos de domínio sobre corpos e mentes para bloquear cada projecto que alentara a autonomia das mulheres e das pessoas.

Nos últimos tempos, despois do anuncio de mudanças na materia de religiom, no matrimónio, no processo do divorcio…a Igreja viu ameaçada a sua posiçom de poder e privilégio e levantou vozes de protesta arvorando a bandeira da â??liberdade religiosaâ?.

Esta tal â??liberdadeâ? nom é outra cousa que o intento desesperado de manter o seu estatus político e económico. Os privilegios que a Igreja possui som impensáveis num Estado constitucionalmente separado da Igreja.

Numha sociedade libre nom há espaço para a submissom do politico ao religioso, nom há espaço para a intolerância de Bispos, imáns ou rabinos regendo a nossa vida e os nossos corpos.

FAMÍLIA â??Área de confinamento, subordinaçom e exploraçom da mulherâ? (Victoria Sau)

Constitui um dos peares do patriarcado que garante que o sistema e os seus valores nom mudem demasiado. Ao ser o elemento intermédio entre a pessoa e a estrutura social (Estado), a família tem também a funçom de representar a autoridade e o seu controlo. Por tradiçom, o pai possuia a propriedade da esposa, filhas e filhos ligando-a com o parentesco. Assim, a família assegurava o controlo da reproduçom e a socializaçom. Além disto, garantia a adecuada transmissom da propriedade privada.

Como espelho e produto da sociedade que a criou, reflite dentro dela toda a violência estrutural que esta sociedade mantem contra as mulheres. O homem herdou a autoridade e os privilégios, herdou a consciência de propriedade respeito à mulher e quando sente que este poder lhe é discutido, agride.

LESBIANISMO

Pola diferença entre sexualidade masculina (activa) e feminina (passiva), som tratadas de diferente forma. Nom se reconhece que a mulher obtenha prazer com outra, porque som as duas passivas. Porque a sexualidade da mulher depende da do homem e porque as mulheres nom tenhem desejos.

Isto tem umha implicaçom social: situa às mulheres lésbicas à margem da estrutura familiar patriarcal.


RELIGIOM

Conjunto de crenças sobre a divindade, com normas morais e práticas rituais. Denominam-se seitas a aquelas que som minoritárias, e mitologias às que nom chegarom ou nom se mantiverom no poder. Como produto social, as religions oficiais reflictem e justificam o sistema patriarcal: o modelo das religions monoteístas é o Deus-Pai criador; nas politeístas a supremacia também é de um deus varom.