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	<title>Feminismo na Galiza</title>
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	<description>Site de mulheres nacionalistas galegas</description>
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		<title>Sejamos maré enlaçando vontades. NÃO à reforma da lei do aborto</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 17:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
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		<category><![CDATA[aborto livre]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
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		<description><![CDATA[O feminismo é o único movimento que não tem nada de que se envergonhar. Não pedimos favores, exigimos direitos (Soledad Murillo) Todas sabemos que o direito ao aborto não é só o mais importante dos direitos reprodutivos, senão um dos &#8230; <a href="http://feminismo.org/2012/01/nao-a-reforma-da-lei-do-aborto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">O feminismo é o único movimento que não tem nada de que se envergonhar. Não pedimos favores, exigimos direitos</p>
<p style="text-align: right;">(Soledad Murillo)</p>
<p>Todas sabemos que o direito ao aborto não é só o mais importante dos direitos reprodutivos, senão um dos nossos direitos mais importantes.</p>
<p>O aborto é dovela de muitos outros direitos e se este se põe em questão o que está em jogo é o direito de todas as mulheres a sermos donas de nós, dos nossos corpos, a sermos livres.<span id="more-699"></span> Temos (em breve pode ser tínhamos) uma lei que parecia que, tarde ou cedo, poderia ser melhorada. Mas não. A igreja e os reacionários iniciam uma campanha na contramão da aplicação da mesma com o objetivo de fazê-la mais restritiva e periga o conquistado.</p>
<p>Há uns meses podíamos pensar que esta lei era inamovível, que a direita nunca se atreveria à tocar. Agora já sabemos que não; que a campanha na contramão tem sido forte e ainda por cima não fomos quem de realizar uma oposição organizada. Agora o PP tem ganhado as eleições também no Estado e vai modificar propondo um regresso ao passado: a 1985.</p>
<p>Mas de que nos assombramos? De que a direita seja direita? De que o Opus atue como se fosse o Opus? O PP desmantela o público e ninguém (ou quase ninguém) fez nada. Na Galiza aprovou-se a &#8220;Lei de apoio à família&#8221; e mal fomos as feministas as que nos preocupamos e tentamos nos auto organizar para o protesto.</p>
<p>Agora o PP vai contra o direito ao aborto e a ninguém deveria surpreender. Em realidade, faz o que fazem os governos reacionários. Está em consonância com sua política de subvencionar aos grupos pró-vida.</p>
<p>Há tempo que os governos de direitas estão a aplicar suas medidas:</p>
<ul>
<li>Reduzem os orçamentos destinados a Políticas de Igualdade.</li>
<li>Elimimnam as subvencçoes destinadas aos CIM enquanto subvencionam aos grupos pró-vida.</li>
<li>Desmantelam os Institutos/Secretarias da Mulher, utilizando sua estrutura para promover estereótipos sexistas patriarcais e modelos de família tradicionais.</li>
</ul>
<p>Mas, neste momento, o que conta é outra coisa. Devemos ser conscientes de uma vez por todas de que não é a direita só a que tem que nos preocupar, senão a esquerda, que não tem sido capaz de assumir realmente a defesa de nossos direitos e que com seu discurso de as &#8220;questões de género são transversais&#8221; e &#8220;o feminismo autónomo não tem razão de ser&#8221; não tem feito mais que desviar nossa atenção, nos fragmentar e dinamitar os espaços compartilhados. Isso sim que devería nos preocupar.</p>
<p>Escreveu-se e reflexionou-se muito sobre os impactos da atual crise na classe trabalhadora. Mas disse-se bem pouco das maneiras específicas que, tanto a crise como as respostas governamentais a ela, estão a ter sobre as mulheres. As medidas são criticadas de maneira genérica, sem incorporar nas análises as formas em que ditas mudanças nos afetam.</p>
<p>Com frequência esquece-se que o crescimento do desemprego, o recorte social resultante do Plano de Austeridade recai sobre as costas das mulheres, que seremos as que cobriremos mais uma vez com nosso trabalho invisível e não remunerado as negligencias do Estado. Seguiremos sendo as mulheres as que cobriremos a falta de residências, de escolas infantis, de pessoal sanitário, etc, vendo-nos “recompensadas” por todo isso com um recorte em nossas pensões por não ter permanecido laboralmente ativas de forma constante e completa.</p>
<p>Algumas sentimos em falta alguma análise e uma contestação, e não só por parte dos coletivos feministas, em relação a questões como o adiamento por segundo ano consecutivo na implantação da ampliação da permissão de paternidade a 14 semanas. Agora terá que esperar ao 1 de janeiro de 2013 para sua aplicação (isso se não o adiam até que esqueçamos que alguma vez houve uma lei que o contemplava…).</p>
<p>Aplicando uma análise desde a ótica feminista a resposta está clara: todas e a cada uma das medidas adotadas em nome da austeridade procuram perpetuar a divisão sexual do trabalho e enquanto nos tenham ocupadas em outras coisas, eles seguirão a se beneficiar de nosso trabalho, para se fazer cargo em exclusividade do cuidado das pessoas já estão as mulheres. Disse-o o bispo de Tarragona há uns dias verbalizando o que está no máis profundo do imaginario do patriarcado: &#8220;Às mulheres de minha igreja sempre lhes digo o mesmo: a quem tens que cuidar mais é a teu marido, ele é o filho mais pequeno da casa…&#8221;</p>
<p>Bem dizía Engels: a exploração das mulheres pelos homens é a primeira das explorações e a base de todas as outras.</p>
<p>Agora é o momento em que o feminismo deve se propor se vale a pena, se ainda nos ficam forças para lutar por nós mesmas e pelos nossos direitos.<br />
Algumas estamos fartas e indignadas e não queremos assinar mais manifestos nos que se acuse à direita de ser de direitas, queremos manifestos nos que se exija à esquerda que tome a sério a defesa de nossos direitos e que se comprometa realmente a respeitar nossa autonomia, nossos espaços e nossas datas.</p>
<p>Desde MNG achamos que se não cimentamos agora algo tão fundamental como o direito ao aborto é possível que terminemos por perder em um futuro não muito longe e que nos encontremos em nada com o desmantelamento total das políticas de igualdade.</p>
<p>Por isso uma vez mais utilizaremos todos os espaços para dizer alto e forte: NÃO à reforma da lei do aborto.</p>
<p>Também o 8 de março, día da luta feminista, berraremos mais uma vez uma unica palavra de orde: PELO DIREITO A DECIDIR SOBRE NOSSOS CORPOS E NOSSAS VIDAS: FEMINISMO SEM TRÉGUA.</p>
<p>Se a esquerda quer nos acompanhar que o faça mas baixo uma bandeira, a lilás, e um só protagonista: o feminismo. Se realmente creem e assumem a nossa causa hão ser quem de o fazer.</p>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;count=none&amp;text=Sejamos%20mar%C3%A9%20enla%C3%A7ando%20vontades.%20N%C3%83O%20%C3%A0%20reforma%20da%20lei%20do%20aborto" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;count=none&amp;text=Sejamos%20mar%C3%A9%20enla%C3%A7ando%20vontades.%20N%C3%83O%20%C3%A0%20reforma%20da%20lei%20do%20aborto" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;linkname=Sejamos%20mar%C3%A9%20enla%C3%A7ando%20vontades.%20N%C3%83O%20%C3%A0%20reforma%20da%20lei%20do%20aborto" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F01%2Fnao-a-reforma-da-lei-do-aborto%2F&amp;title=Sejamos%20mar%C3%A9%20enla%C3%A7ando%20vontades.%20N%C3%83O%20%C3%A0%20reforma%20da%20lei%20do%20aborto" id="wpa2a_2">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Carta para uma ministra</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/12/carta-para-uma-ministra/</link>
		<comments>http://feminismo.org/2011/12/carta-para-uma-ministra/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 13:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[Ante o novo caso de violência machista ocorrido em Roquetas (Almería) cujo resultado foi o assassinato de uma mulher de 33 anos a mãos do seu casal, quero manifestar a minha rejeição a qualquer tipo de violência exercida contra as &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/12/carta-para-uma-ministra/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ante o novo caso de violência machista ocorrido em Roquetas (Almería) cujo resultado foi o assassinato de uma mulher de 33 anos a mãos do seu casal, quero manifestar a minha rejeição a qualquer tipo de violência exercida contra as mulheres.<span id="more-694"></span></p>
<p>No entanto, na sua nota de imprensa qualifica-se a esta violência de &#8220;violência no meio familiar&#8221;:</p>
<p>&#8220;26 de dezembro de 2011. A Ministra de Sanidade, Serviços Sociais e Igualdade, Ana Mato, condenou o último caso mortal por violência no meio familiar ocorrido hoje em Roquetas (Almería). Ana Mato expressou a sua mais absoluta repulsa pela morte de uma cidadã de origem russo, de 33 anos, que foi assassinada pelo seu casal, um cidadão espanhol de 71 anos. O casal tinha um filho em comum.&#8221;</p>
<p>Pelisso, junto à minha repulsa pelo novo femicidio que eleva a 59 a cifra de mulheres assassinadas a mãos dos seus casais ou ex-casais no presente ano, manifesto também a minha repulsa à qualificação outorgada por si &#8220;como violência no meio familiar&#8221;. Permito-me recordar-lhe que esta violência se denomina de género segundo a Lei Integral. Também se denomina violência machista, porque é o resultado mais grave da discriminação e desigualdade que sofrem as mulheres em uma sociedade patriarcal onde o machismo prolifera e se converte em caldo de cultivo da violência contra as mulheres.</p>
<p>A violência no meio familiar engloba diferentes formas desta, não menos importantes, como a exercida contra as pessoas maiores ou as crianças, mas que se diferenciam da violência machista ou de género porque esta a sofremos as mulheres precisamente por sermos mulheres.</p>
<p>Esta mudança na denominação da violência machista é um retrocesso significativo na luta contra a violência machista que tantas pessoas levamos anos realizando. Uma mudança que teria consequências importantes.</p>
<p>Por todo o qual, esigimos retifique publicamente a qualificação outorgada a este novo assassinato e qualifique esta violência como machista ou de género.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O texto é a tradução da carta que podeis enviar à ministra. <a href="http://www.facebook.com/notes/e-mujeres/texto-de-la-carta-para-enviar-a-la-ministra-de-sanidad-servicios-sociales-e-igua/10151092592150254" target="_blank">Aqui</a> em castelhano.</p>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;count=none&amp;text=Carta%20para%20uma%20ministra" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;count=none&amp;text=Carta%20para%20uma%20ministra" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;linkname=Carta%20para%20uma%20ministra" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;title=Carta%20para%20uma%20ministra" id="wpa2a_4">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Descubrindo a historia de Vigo polo seu I Roteiro en Feminino Sons de Mulleres</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/12/descubrindo-a-historia-de-vigo-polo-seu-i-roteiro-en-feminino/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 21:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[extraido de www.enlazavigo.com   Participantes no percorrido polo I Roteiro en Feminino, na rúa Real. © Foto: Víctor Acuña. I Roteiro en Feminino “Sons de Mulleres” promovido por Mulheres Nacionalistas Galegas co obxectivo de visibilizar as mulleres que, individual ou colectivamente, teceron a historia de &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/12/descubrindo-a-historia-de-vigo-polo-seu-i-roteiro-en-feminino/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font-size: 20px; font-weight: bold;">extraido de </span><a style="font-size: 20px; font-weight: bold;" href="http://www.enlazavigo.com">www.enlazavigo.com</a></p>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
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<div>
<div>
<div>
<div>
<div style="text-align: center;">
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> <img src="http://2.bp.blogspot.com/-VIwUOEIhIjA/TvBve0YH8-I/AAAAAAAAAZI/tD0ZbQvjUqg/s400/gente.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Participantes no percorrido polo I Roteiro en Feminino, na rúa Real. © Foto: Víctor Acuña.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: left;"><strong>I Roteiro en Feminino “Sons de Mulleres”</strong> promovido por<strong> Mulheres Nacionalistas Galegas </strong>co obxectivo de <strong>visibilizar as mulleres</strong> que, individual ou colectivamente, teceron a historia de Vigo.<span id="more-683"></span> Leva por quince puntos de Vigo nos que, dun ou doutro xeito, as mulleres deixaron a súa pegada e a súa <strong>contribución á identidade de Vigo</strong>, aínda que a propia historia da cidade as teña silenciadas.</div>
<div style="text-align: left;">Percorre <strong>quince puntos</strong>, algúns deles <strong>espazos emblemáticos da cidade</strong> nos que pervive a memoria dos traballos das mulleres, ocupadas tanto facendo a colada nos lavadoiros públicos como trenzando cestas de vimbio, vendendo peixe na ribeira ou excedentes agrícolas nas prazas do centro histórico.</div>
<div style="text-align: left;">E, entre eles, espazos que son froito das reivindicacións e do traballo máis recente do<strong>movemento feminista de Vigo</strong>; lugares que recuperan a <strong>memoria de mulleres víctimas da represión franquista</strong>; de <strong>pedagogas</strong> que defenderon os dereitos das mulleres e impulsaron a súa educación, e lugares de <strong>creación artística e literaria</strong>, como foi a imprenta onde se imprimiu en 1863 “Cantares gallegos”, da poeta nacional <strong>Rosalía de Castro</strong>.</div>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> <img src="http://4.bp.blogspot.com/-NaMev3IfVHM/TvBuFo18biI/AAAAAAAAAYo/avfrjWuS2ME/s400/cestas.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Rúa das Cesteiras. © Foto: Víctor Acuña.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> <img src="http://4.bp.blogspot.com/-bjvHVDiLgs0/TvBuXk2M3GI/AAAAAAAAAYw/98UBDZD4EBU/s400/lavadoiro.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>Lavadoiro comunal A Barroca (rúa Poboadores). © Foto: Víctor Acuña.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> <img src="http://3.bp.blogspot.com/-zaGTRqny6q8/TvBusOXFTgI/AAAAAAAAAY4/5W55BZPh9X0/s400/mesa.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>De esquerda a dereita: a coordinadora do I Roteiro en Feminino, María Casar; a concelleira de Iguladade, Chus Lago, e a representante de Mulheres Nacionalistas Galegas, Luisa Ocampo. © Foto: Víctor Acuña.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: left;">Tras o seu percorrido, guiado por <strong>María Casar</strong>, o I Roteiro en Feminino foi presentado no <strong>Museo de Arte Contemporánea (Marco)</strong> nun acto que contou coa presenza de mulleres que colaboraron coas testemuñas das súas vivencias persoais no traballo de campo do Roteiro, así como de familiares das mulleres que nel se lembran.</div>
<div style="text-align: left;">O desexo de <strong>Mulheres Nacionalistas Galegas</strong> é que o Roteiro sexa <strong>convenientemente sinalizado</strong> e forme parte dos <strong>itinerarios por Vigo</strong>, e así llelo expresou neste acto á concelleira de Igualdade, <strong>Chus Lago</strong>.</div>
<div style="text-align: left;">Transcribimos aquí as palabras de <strong>María Casar</strong> porque son a mellor xustificación do <strong>valor histórico e cultural</strong> que ten este roteiro con <strong>ollada de muller</strong>:</div>
<div style="text-align: left;"><em><br />
</em></div>
<div style="text-align: left;"><em>“Cos nosos ollares queremos mergullarnos noutras vivencias, noutro tempo e noutros xeitos de vivir e de traballar e neste roteiro viaxamos aos sons dun Vigo que medrou coa forza, co valor, co compromiso, coa solidariedade e a valentía das mulleres que fixeron do seu labor unha achega ao desenvolvemento social, económico, ideolóxico e cultural da cidade de Vigo conformando o seu ser.</em></div>
<div style="text-align: left;"><em>Dende o compromiso políico, dende o traballo nas conserveiras e na ribeira do Berbés. Coas mans estragadas polo xeo e as galernas cavando angurias no corazón á espera dos que foran ao mar. Dende a pedagoxía alentadora e a medicina que medraba na vonade férrea e feminina aos murmurios e cantigas nos lavadoiros comunais e nos mercados. Dende os recunchos do traballo das cesteiras para encher de patelas as mans das carrexonas e os risos cómplices das ostreiras ás bágoas de sal das que emigraban e daquelas que vían dende a Estación Marítima alonxarse aos seus nun ronsel que desangrou a un país que afogaba en suores baixo soles alleos. Dende a cruenta represión franquista daquelas que loitaron pola liberdade nas rúas da cidade, nos sindicatos e na vangarda cultural e mesmo nas barricadas da resistencia ou dende os versos da nosa poeta nacional que viron a luz na imprenta de Compañel até o traballo construtivo das mestras e pedagogas que soñaron unha educación que aínda hoxe é soño de futuro. Dende a vontade de SER e de CONSTRUÍR a sociedade as mulleres ás que dedicamos este roteiro son a voz, o riso, o berro seco e a ollada que nos guía a todas e todos na construción dun mundo máis xusto e solidario.</em></div>
<div style="text-align: left;"><em>Os sons do devalo dos nosos pasos perseguindo o eco das súas voces, dos seus risos e choros, da súa voz clara e segura medran en nós para afortalar o futuro fronte ao esquecemento”.</em></div>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: left;"> <img src="http://3.bp.blogspot.com/-aLcGlqYRxS0/TvBvNE1L5LI/AAAAAAAAAZA/PiSY_nIzv3g/s400/marco.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Aspecto do Salón de Actos do Marco, na presentación do I Roteiro en Feminino. © Víctor Acuña.</p>
<div>Máis fotografías en:</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.flickr.com/photos/feminismo/sets/72157628472793805/">http://www.flickr.com/photos/feminismo/sets/72157628472793805/</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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</div>
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</div>
</div>
</div>
<p><span style="font-size: small;"><span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;">                                                                   <a href="http://goo.gl/1nWqT"> http://goo.gl/1nWqT</a><br />
</span></span></p>
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		<title>Não há justificações nem atenuantes. É o machismo o que mata</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/12/nao-ha-justificacoes-nem-atenuantes-e-o-machismo-o-que-mata/</link>
		<comments>http://feminismo.org/2011/12/nao-ha-justificacoes-nem-atenuantes-e-o-machismo-o-que-mata/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 20:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convocatórias]]></category>
		<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Violência de género]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[feminista]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[patriarcado]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo assassinato de uma mulher na Galiza, e foi no seu posto de trabalho. As declarações do presidente da Câmara de Carral são inadmissíveis. Respostemos na rua, a este novo caso de violência de género, porque o machismo mata e &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/12/nao-ha-justificacoes-nem-atenuantes-e-o-machismo-o-que-mata/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo assassinato de uma mulher na Galiza, e foi no seu posto de trabalho.<span id="more-673"></span></p>
<p>As declarações do presidente da Câmara de Carral são inadmissíveis. Respostemos na rua, a este novo caso de violência de género, porque o machismo mata e estamos fartas de tanta passividade por parte das autoridades ante os sangrantes casos de terrorismo machista.</p>
<p>O que disse o presidente da Câmara de Carral, José Luis Fernández Mouriño, foi: <em>Acho que nunca houve (denúncias por violência machista), mas ele ultimamente, estava um tanto abandonado, estava em desemprego, bebia&#8230;</em> (fonte: Europa Press)</p>
<p>Por quê ao narrar casos de terrorismo machista segue-se a insistir neste tipo de dados? Acaso ao descrever outros fenómenos de violência social fala-se deste tipo de coisas?</p>
<p>De nada informa o facto de que uma pessoa beba, esteja em desemprego ou <em>abandonada</em> ou coisas pelo estilo quando se fala de um fenômeno no que outros agressores nem bebem, nem estão em desemprego, nem estão abandonados. E a enorme maioria dos que bebem, estão em desemprego ou abandonados não assassinam.</p>
<p>O problema do que estamos a falar não tem a ver com situações individuais, senão com um comportamento social de dimensões enormes: desde que há estatísticas (em 2003) vão já mais de 600 mulheres assassinadas no Estado Espanhol.</p>
<p>Respostemos na rua a este novo caso de violência de género, porque o machismo mata e já estamos fartas.</p>
<p><strong>Concentrações:</strong><br />
<strong>Compostela</strong>: 13-12 às 20:30. Na Porta Do Caminho.<br />
<strong>Ferrol:</strong> 13-12 às 20h diante da Câmara municipal.</p>
<p><strong>Vigo: </strong>13-12 ás 20h diante do Marco</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Roteiro Feminista</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>
		<category><![CDATA[antipatriarcal]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[feminista]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Mulheres Nacionalistas Galegas (MNG) inaugura no sábado, dia 17 de Dezembro, em Vigo, o I Roteiro em Feminino Sons de Mulheres, com o objectivo de rendir uma homenagem a todas as mulheres que individual ou colectivamente foram protagonistas e pioneiras, &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/12/roteiro-feminista/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2011/12/convite_roteiro1.jpg"><img class="size-medium wp-image-657 alignleft" title="convite_roteiro[1]" src="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2011/12/convite_roteiro1-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a> Mulheres Nacionalistas Galegas (MNG) inaugura no sábado, dia 17 de Dezembro, em Vigo, o I Roteiro em Feminino <em><strong>Sons de Mulheres</strong></em>, com o objectivo de rendir uma homenagem a todas as mulheres que individual ou colectivamente foram protagonistas e pioneiras, com o seu trabalho, a sua sabiduría, a sua rebeldia&#8230;</p>
<p>Elas foram quem de ir abrindo caminho para todas nós,  <strong>tecendo a história de Vigo, uma história que silencia em geral  o grande labor das mulheres</strong>. É  de justiça, por isso, fazer este reconhecimento para que a memória e a história dêem o protagonismo que corresponde às mulheres.</p>
<p>O Roteiro descurre por <strong>quinze pontos da cidade</strong> com os que MNG quer visibilizar as mulheres e atingir que <em>a cidade de Vigo ponha em valor a igualdade tão necessária para construir uma sociedade democrática</em>. <strong>Começará de modo guiado às 11:00 h. na praça 8 de Março</strong>, inaugurada em 2002 como um lugar para a reflexão lúdica e reivindicativa da situação atual das mulheres e um espaço integrador para a mostra de propostas cre-ativas.</p>
<p>Descurre pela <strong>Casa das Mulheres (Rua Romil, 20)</strong>, reivindicação histórica do feminismo e realidade desde 2002, um espaço <em>onde todas somos nós</em>; o <strong>lavadoiro A barroca (Poboadores)</strong> lugar para a comunicação fora do olho patriarcal; a  <strong>Praça da Ribeira do Berbés</strong>, a <strong>imprenta Juan Compañel</strong> (Rua Real, 12) onde se  imprimiu em 1863 <em>Cantares gallegos</em> de Rosalía de Castro; a <strong>Estação Marítima</strong>, como testemunha da emigración, um éxodo que afectou por igual a homens e mulheres a começos do século XX; <strong>as ruas Pescadería e Cesteiras</strong>, enclaves tradicionais de trabalhos das mulheres; o <strong>mercado da Praça da Constituição</strong>; ou o <strong>Centro de Documentação e Recursos Feministas</strong> (Biblioteca Central) a única existente na Galiza.</p>
<p>O Roteiro continua depois pela <strong>rua do Príncipe</strong>, com uma paragem dedicada a Olimpia Valencia (rua do Príncipe, 11) a primeira mulher galega licenciada em medicina e com outras duas paragens (no <strong>Círculo Mercantil e no Marco</strong>, antiga corrente de Vigo) nas que se lembra a duas vítimas do fascismo. A primeira, Rosario Hernández Diéguez, <em>A Calesa</em> (Vigo, 1916-1936), filiada à UGT e vendedora de jornais torturada e assassinada por umha esquadra da Falanxe. E a segunda, Urania Mella Marco (Vigo, 1900- Lugo, 1945), presidenta da &#8220;Union de Mujeres Antifascistas de Vigo&#8221;, alfabetizadora e mestra de piano, que foi detida pela sua trajectória e condenada a morte. Foi-lhe comutada a pena por doce anos de cárcere, e morreu um mês depois de recuperar a sua liberdade.</p>
<p>Depois de uma paragem no <strong>Espaço contra a Violência de Género</strong> (rua Ronda dom Bosco) onde se situa um marcador electrónico que assinala o número de mulheres assassinadas durante o ano no Estado espanhol pelos seus casais ou exparelhas, o Roteiro <strong>remata na rua Concepción Arenal</strong>, 6, com uma lembrança às pedagogas e educadoras Concepción Arenal (Ferrol 1820-Vigo, 1893), Ernestina Otero Sestelo (Redondela 1890-1956) e Antía Cal (La Habana, 1923).</p>
<p>Ao remate deste percorrido guiado pelo roteiro, terá lugar <strong>no MARCO às 12:30 h.</strong> um acto de apresentação deste projecto que consistirá numa combinação da palavra com as artes cénicas e musicais, e que está aberto à toda a cidadania até completar o aforo.</p>
<p>Aguardamos que partilheis com nós a manham  do próximo sábado 17 de dezembro..</p>
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		<title>Contra toda mostra de patriarcado, tolerância zero.</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/11/contra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 07:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[25 novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>
		<category><![CDATA[25N]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[género]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[patriarcado]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje 25 de Novembro celebra-se no Dia Internacional Contra A Violência De Género, um dia no que seguramente todos e todas nos lembremos das mulheres assassinadas pela violência machista. Apesar da Lei de Medidas de Proteção Integral contra a Violência &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/11/contra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Hoje 25 de Novembro celebra-se no Dia Internacional Contra A Violência De Género, um dia no que seguramente todos e todas nos lembremos das mulheres assassinadas pela violência machista.</div>
<div>
<p>Apesar da Lei de Medidas de Proteção Integral contra a Violência de Género, e dos múltiplos esforços legislativos que se realizam, o número de mulheres assassinadas a mãos dos seus casais ou ex-casais não só não diminui senão que vai em aumento.</p>
<p>Esta violência tem múltiplos rostos, reproduz-se e perpetua na família, nos relacionamentos afectivo-sexuais, no trabalho, nos meios de comunicação e em velhos costumes muito arraigados. As palavras, as imagens, as atitudes e as condutas atuaram ao longo da história como correia de transmissão desta corrente cruel, interminável e invisível. A pergunta é: por que não se rompe esta corrente?</p>
<p>Há que romper com os velhos estereotipos. Precisa-se uma educação alternativa baseada no respeito mútuo, equilíbrio de poder e responsabilidade entre umas e outros.  Precisa-se acabar com a desigualdade na partilha de tarefas, responsabilidades e recursos económicos. Se não se consegue este novo equilíbrio, os homens seguirão exercendo o seu poder hegemónico e as mulheres seguiremos baixo a ameaça constante de sofrer violência. Quando uma mulher morre assassinada, todas as mulheres morremos um pouco.</p>
<p>A consideração de que as mulheres somos objetos de propriedade dos varões da família, e por extensão de todos os varões, e que devemos estar sujeitas a eles, obedecer, manter-nos na sombra, cobrir as necessidades e satisfazer os desejos deles é a regra de ouro do patriarcado. Se o poder é masculino, a capacidade de corrigir e castigar também é deles. A violência explícita ou a ameaça de recorrer a ela utilizar-se-á como uma forma de controlo sobre as nossas vidas e esse medo transmitir-se-á de geração em geração.</p>
<p>Porque a violência machista não é só física, também é o controlo exercido, a humillación disfarçada de amor, o protecionismo mau entendido, as palavras, a tentativa de controlar a forma de vestir, de falar, as saídas, as companhias, e em definitiva o controlo psicológico e emocional.</p>
<p>Porque a violência surge desde a reprodução constante dos papéis estabelecidos que dão preeminencia ao varão e os seus valores, porque a violência machista também tem que ver com como entendemos os relacionamentos entre mulher e homem, com a educação, com o que fazemos os homens e as mulheres, com o que ensinamos aos nossos filhos e filhas, com como tratamos a uma e outro, com os brinquedos que lhes damos, a televisão que vêem, a publicidade sexista, as séries, os filmes e a literatura que engrandecem um determinado modelo de mulher e de homem em exclusiva, ao que todas e todos devemos nos dobrar.</p>
</div>
<div>Este 25 de novembro dia Internacional contra a violência de género, milhares de mulheres, fazemos chegar a nossa voz de reclamo e de exigência, ante a gravidade da situação que estamos a viver e desde MNG queremos denunciar coisas como esta:</div>
<div><a href="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2011/11/hostia.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-651" title="hostia" src="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2011/11/hostia-222x300.jpg" alt="" width="222" height="300" /></a></div>
<div>Assim é como celebram alguns locais comerciais o Dia internacional contra a violência de género. A poucos metros do Museu MARCO, de Vigo, um dos pontos de arranque do &#8220;Enlaça Vigo contra a VdX&#8221;, uma loja que vende t-shirts para progres e gente nova desenfadada, com frases cheias de ingenio, podemos ver esta piada de tão mal gosto que mais uma vez nos confirma a falta de consciência social inclusive a níveis progres que se lhes presupón uma maior intolerância contra a injustiça. Porque os progres talvez esquecem que o machismo mata e este ano já são 60 as mulheres assassinadas pela violência machista.</div>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;count=none&amp;text=Contra%20toda%20mostra%20de%20patriarcado%2C%20toler%C3%A2ncia%20zero." scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;count=none&amp;text=Contra%20toda%20mostra%20de%20patriarcado%2C%20toler%C3%A2ncia%20zero." scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;linkname=Contra%20toda%20mostra%20de%20patriarcado%2C%20toler%C3%A2ncia%20zero." title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F11%2Fcontra-toda-mostra-de-patriarcado-tolerancia-zero%2F&amp;title=Contra%20toda%20mostra%20de%20patriarcado%2C%20toler%C3%A2ncia%20zero." id="wpa2a_12">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Un pesadelo que non cesa: o terrorismo machista.Manifesto FIGA</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/10/un-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 13:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Feministas Independentes Galegas, (FIGA) quere expoñer a súa indignación ante os criterios adoptados polo Goberno, Institucións políticas, Partidos, Asociacións e demais compoñentes políticos e sociais, ante a declaración do cese da violencia etarra. Puidemos ler e escoitar declaracións deste &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/10/un-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div>Feministas Independentes Galegas, (FIGA) quere expoñer a súa indignación ante os criterios adoptados polo Goberno, Institucións políticas, Partidos, Asociacións e demais compoñentes políticos e sociais, ante a declaración do cese da violencia etarra.</div>
<div>Puidemos ler e escoitar declaracións deste tipo:</div>
<div><em>É o fin dunha vida incerta, insegura.</em></div>
<div><em>Nace un novo tempo político.</em></div>
<div><em>Punto final do pesadelo</em></div>
<div><em>Cese da violencia que foi a aspiración da sociedade española durante décadas.</em></div>
<div><em>A democracia termina por triunfar sobre os fanáticos que sementaron o terror.</em></div>
<div><em>Non haberá un guarda civil, un político, un empresario, un obreiro&#8230; máis, asasinado.</em></div>
<div><em>Agora é o momento da esperanza e da memoria.</em></div>
<div>A metade da humanidade, as mulleres, que SOMOS HUMANAS, aínda que non sexamos consideradas coma tal, ao ler e escoitar declaracións deste tipo, sentímonos desfechadas e ofendidas. Ignoran as autoridades o peor flaxelo que padece esta sociedade, a persecución, a dor, o sufrimento das mulleres. Non teñen en conta o número de mulleres asasinadas acotío polos seus esposos ou compañeiros. Prescinden das criaturas asasinadas polos propios pais ou padrastos, para vingarse das nais.</div>
<div>De que democracia ousan falar?</div>
<div>As víctimas de ETA, mereceron grandes pompas fúnebres, e mesmo leis que os amparen e perpetúen a súa dor.</div>
<div>As víctimas do terrorismo patriarcal, só merecen UN MINUTO DE SILENCIO diante dos seus respectivos concellos. Despois, o seu nome pasa ao anonimato.</div>
<div>Son víctimas do poder masculino, do dominio que, en maior ou menor medida, exercen todos os homes sobre as SÚAS mulleres. Estes criminais non pertencen a unha organización armada nin a un ideario particular; pertencen a un sistema universal chamado patriarcado, un comportamento que se sucede desde os primates aos homes actuais, e que se foi adaptando a todos os sistemas e épocas, favorecido polas relixións, os sistemas reaccionarios e os beneficios e privilexios que obteñen del todos e cada un dos homes.</div>
<div>Paréceme escoitar as protestas: non todos os homes se comportan así! Certo. Non o fan. Algúns porque son pacíficos e conciliadores; algúns porque se solidarizan coas compañeiras. Pero, en xeral, débese á necesaria complementariedade:</div>
<div>Frente á dominación é precisa a submisión.</div>
<div>A supervivencia, o instinto de conservación das mulleres levounas a agacharse, tras dos burkas ou tras un “hai que sabelo levar”. Cando as esposas- esposadas se rebelan, se enfrontan ou pensan en fuxir, acostuma saír a fera patriarcal instalada no sistema límbico dos cerebros masculinos.</div>
<div>Como é posible que homes amantes da liberdade, da xustiza, da solidariedade humana, diríamos, non se alporicen ante tanto crime contras mulleres e só consideren as víctimas masculinas e públicas?</div>
<div>Mellor que falar de perversión e misoxinia deliberadas, será constatar a CEGUEIRA. Resulta que as mulleres paren homes incapacitados para ver, para considerar persoas e cidadás ás mulleres, mesmo se viven, se alimentan, gozan, se empoderan, reciclan e perpetúan, grazas a elas. Así é. Non as ven. Por iso, cando as violan, maltratan e asasinan, non as contan, nin as reputan nin as respectan.</div>
<div>A división, unha liña sempre imprecisa, entre dereitas e esquerdas, neste caso non conta en absoluto.</div>
<div>Desde o ano 2003 temos estatísticas do número de crimes cometidos contra as mulleres, no núcleo sentimental, na sacrosanta familia, no espacio do amor e do apoio mutuo.</div>
<div>Desde o ano 2003 ETA matou 16 persoas. No mesmo período foron recoñecidas como asasinadas con diferentes métodos 617 mulleres. Desde que ETA cometeu o 1º atentado, o machismo acabou coa vida de 3.060 mulleres, contando a unha media de 60 por ano.</div>
<div>Sigan facendo contas. Saian de España a Europa, EEUU, Canadá, os países “democráticos”. Recorran despois Asia e América do Sur. Intérnense no inferno feminino africano e sumen. Sintan como se lles quebra a calculadora, como as cifras gritan e desbordan o contable, o concibible. Despois disto, se afirman que as mulleres somos humanas, digan se poden durmir tranquilamente.</div>
<div>Poderán. Xa verán como non falan desta masacre nos mitins electorais.</div>
<div>FIGA</div>
<div>ETA pode pedir perdón ás súas víctimas. É un número asumible.</div>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;count=none&amp;text=Un%20pesadelo%20que%20non%20cesa%3A%20o%20terrorismo%20machista.Manifesto%20FIGA" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;count=none&amp;text=Un%20pesadelo%20que%20non%20cesa%3A%20o%20terrorismo%20machista.Manifesto%20FIGA" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;linkname=Un%20pesadelo%20que%20non%20cesa%3A%20o%20terrorismo%20machista.Manifesto%20FIGA" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fun-pesadelo-que-non-cesa-o-terrorismo-machista-manifesto-figa%2F&amp;title=Un%20pesadelo%20que%20non%20cesa%3A%20o%20terrorismo%20machista.Manifesto%20FIGA" id="wpa2a_14">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>o machismo mata</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 18:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[Onte na cidade de Vigo conhecimos o horror dum novo caso de terrorismo machista. Cristina Gonzalez Sacau,  de 39 anos con duas crianças de oito anos era  assasinada a mans do seu marido, o matrimonio estava num proceso de separaçom, &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/10/o-machismo-mata/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Onte na cidade de Vigo conhecimos o horror dum novo caso de terrorismo machista. Cristina Gonzalez Sacau,  de 39 anos con duas crianças de oito anos era  assasinada a mans do seu marido, o matrimonio estava num proceso de separaçom, ás mulheres, ás feministas estas historias soam-nos moi semelhantes: “  matei-na porque era minha”.</p>
<p>Lemos com tristura os jornais , nom só por tratar-se dum novo assasinato dumha mulher, que já abonda, senóm que há que engadirlhe o tratamento informativo que poderiamos denominar desinformativo dado pola maioria dos meios de comunicaçom. Assim frases como  “mujer muerta”, “supuesto asesino”, relatar as opinións da vecinhança, com os sempre recurridos tópicos de: ”nom o esperavamos”,” era moi bom”, ”moi trabalhador”, “moi pacifico”, “ela tinha  mal genio”,  que escoitarom “berros de auxilio, golpes fortes, mas como logo houvo silencio” nom fixerom nada. Certos jornais reproducem sem pudor estas frases  sem cavilar das  que se poderiam deducir claros casos de denegaçom de auxilio,  mas prevalece o morboso da noticia.</p>
<p>Precisamos um compromiso muito firme para rematar com o machismo e a desigualdade que ainda hoje impera na nossa sociedade, precisamos umha implicaçom integral dos poderes públicos a todos os níveis. Precisamos  concienciar a toda a cidadanía de que éste é um problema que tem a sua origem na sociedade patriarcal, que ainda ao dia de hoje fai que as mulheres e homes asumamos roles diferentes. Namentras a ciudadania siga a mostrar sorpresa e a justificar determinados actos como arrebatos de loucura e nom como um efecto da sociedade patriarcal nom poderemos avanzar .</p>
<p>Neste contexto de crise onde a precariedade, a desigualdade , a eliminaçom do Estado de Benestar  som cada día mais patentes , e as soluçons neoliberais  propostas para superar  a crise  compartem com o patriarcado á volta ao fogar da mulher e o recorte dos nosso direitos xustificando a violencia de xénero  o que vai  agravar a situaçom ja crítica das mulheres a dia de hoje.</p>
<p>Hoje mais que nunca é necesario que o feminismo  nos mantenhamos unidas para nom permitir dar nem um só paso atrás na conquista dos nossos direitos.</p>
<p>Exigimos o cumplimento da Declaración de Compostela na que o Colexio de Xornalistas –CPXG- asumiu no 2.004 unha serie de recomendacións no tratamento informativo da violência de género:  <a href="http://goo.gl/xWLgo">http://goo.gl/xWLgo</a> .</p>
<p>Manifestamos a nossa adhessom á convocatoria da concentraçom que tivo lugar hoje dia 12 às 11:00h. diante do Concelho de Vigo e assim memso fazemos um chamado a participar nas convocatorias</p>
<p>Em Vigo a MMM para o dia 13 às 20:00h diante do MARCO.</p>
<p>Em Compostela a Rede Feminista Galega o día 13 às 21:00 h. na Porta do Caminho</p>
<p>Imagens Vigo :</p>
<p>Concentraçom dia 12 diante do Concelho   <a href="http://www.flickr.com/photos/feminismo/sets/72157627879500090/show/">http://goo.gl/R2SpX</a></p>
<p>Concentraçom dia 13 diante do MARCO       <a href="http://www.flickr.com/photos/feminismo/sets/72157627762547939/show/">http://goo.gl/0LVRW</a></p>
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<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;count=none&amp;text=o%20machismo%20mata" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;count=none&amp;text=o%20machismo%20mata" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;linkname=o%20machismo%20mata" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fo-machismo-mata%2F&amp;title=o%20machismo%20mata" id="wpa2a_16">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Saiamos às ruas do mundo o dia 15 de outubro!</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/10/saiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro/</link>
		<comments>http://feminismo.org/2011/10/saiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 09:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convocatórias]]></category>
		<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[feminista]]></category>
		<category><![CDATA[patriarcado]]></category>
		<category><![CDATA[revolução]]></category>

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		<description><![CDATA[O 15O, milhões de pessoas tomaremos de novo as ruas para demonstrar a nossa indignação e a nossa rejeição contra as recortadas sociais e demonstrar que não somos mercadorias em mãos de capitalistas e governantes ao seu serviço. Esta é &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/10/saiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>O 15O, milhões de pessoas tomaremos de novo as ruas para demonstrar a nossa indignação e a nossa rejeição contra as recortadas sociais e demonstrar que não somos mercadorias em mãos de capitalistas e governantes ao seu serviço. </span></p>
<p>Esta é uma convocação internacional e na Galiza sairemos à rua. Como Feministas trabalhemos intensamente para fazer visível que as recortadas sociais também estão marcadas pelo género, pelo sistema de dominação patriarcal. E também nos propomos nos fazer visíveis neste 15O como mulheres e como feministas.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>A revolução será feminista ou não será!!</strong><br />
<strong> Nem oprimidas pelo patriarcado nem explodidas pelo capitalismo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><em>Agora que estamos a recuperar as nossas praças, também podemos nos propor o debate sobre os nossos espaços nas casas, na vida quotidiana, na realidade do dia-a-dia. Debater o lugar da família, os papéis que sustenta, os autoritarismos que reproduz, como lugar de afirmação do patriarcado. Imaginar novas formas de viver as nossas relações, na casa, na praça, e também nas organizações populares que vão nascendo ou se vão transformando atravessadas por este tempo histórico insurgente.</em></p>
<p style="text-align: right;">Claudia Korol</p>
<p><strong>Manifesto da convocatória mundial:</strong></p>
<p><span>O dia 15 de outubro gente de todo o mundo tomará as ruas e praças. Da América à Ásia, da África à Europa, as pessoas estão-se levantando para reclamar seus direitos e pedir uma autêntica democracia. Agora chegou o momento de nos unirmos em um protesto mundial.<br />
Os <span>poderes</span> estabelecidos atuam em beneficio de uns poucos, ignorando a vontade da grande maioria sem que se importem do custo humano ou ecológico que tenhamos que pagar. Esta intolerável situação deve terminar.<br />
Unidas em uma só voz, faremos saber à classe política, e as elites financeiras a quem servem, que agora somos nós, as pessoas, quem decidiremos nosso futuro. Não somos mercadorias nas mãos de políticos e banqueiros que não nos representam.<br />
<span>O 15 de outubro nos encontraremos</span> nas ruas para botar em ação a mudança global que queremos. <span>Nos</span> manifestaremos pacificamente, debateremos e nos organizaremos até o conseguir.</span></p>
<p>É a hora de nos unirmos. É a hora de nos ouvirem.</p>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;count=none&amp;text=Saiamos%20%C3%A0s%20ruas%20do%20mundo%20o%20dia%2015%20de%20outubro%21" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;count=none&amp;text=Saiamos%20%C3%A0s%20ruas%20do%20mundo%20o%20dia%2015%20de%20outubro%21" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service google_plusone" src="https://plusone.google.com/u/0/_/%2B1/fastbutton?url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;size=medium&amp;count=false" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:32px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;linkname=Saiamos%20%C3%A0s%20ruas%20do%20mundo%20o%20dia%2015%20de%20outubro%21" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F10%2Fsaiamos-as-ruas-do-mundo-o-dia-15-de-outubro%2F&amp;title=Saiamos%20%C3%A0s%20ruas%20do%20mundo%20o%20dia%2015%20de%20outubro%21" id="wpa2a_18">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>a RAG considera que o saber é cousa de homes</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/09/a-rag-considera-que-o-saber-e-cousa-de-homes/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 18:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;CARTA AO CONSELLO MUNICIPAL DA MULLER DE VIGO&#8221; María Xosé Queizán &#8220;Queridas amigas e compañeiras feministas:  Recibín unha alegría cando souben que no Consello Municipal da Muller do Concello de Vigo, me propuxerades para formar parte da Real Academia Galega. &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/09/a-rag-considera-que-o-saber-e-cousa-de-homes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;CARTA AO CONSELLO MUNICIPAL DA MULLER DE VIGO&#8221;</p>
<p>María Xosé Queizán</p>
<p>&#8220;Queridas amigas e compañeiras feministas:  Recibín unha alegría cando souben que no Consello Municipal da Muller do Concello de Vigo, me propuxerades para formar parte da Real Academia Galega. Dixen xa daquela que o voso recoñecemento era máis importante para min que o ingreso nesa alta Institución. Ademais, vos afanaches para conseguir moitos apoios, comezando polo Concello da miña cidade, que tanto me gorentou, e outros Concellos, Asociacións e persoas galegas a quen lle debo recoñecemento. Estou en débeda con tod@s, e non podía defraudarvos. Pero, pasado un tempo, supoño que sodes conscientes do que eu xa o era: que non se ía producir tal ingreso. Porén pídovos a liberdade para expresarme e declarar os meus desexos. Nunca quixen nin quero entrar na Academia. Cónstame que ante esta declaración haberá quen lembre a Fábula de Esopo: a raposa e as uvas.. Non é o meu caso. Pero tampouco me importa que non o crean. Levo toda a vida soportando atribucións arteiras e menoscabos sen que iso afectase á miña saúde, o meu optimismo e o meu goce intelectual. Non me vexo na Academia e tampouco teño tempo para esa ocupación. Son abondas xa as miñas ansias e preocupacións, entre as que están as literarias, as culturais e o activismo feminista. Sei que as amigas e compañeiras feministas confiaban no labor que podía levar a cabo nesa Real Institución a favor das mulleres galegas, no eido lingüístico e cultural. Mais, o certo é que nese lugar só se pode entrar para traballar polo intereses dos académicos. Nesa Casa, ( onde por certo habitou a gran sabia e feminista EmiliaPardo Bazán, que, mesmo querendo, non conseguiu entrar na Academia. Tampouco entrou Rosalía de Castro) predomina o imaxinario masculino. A teoría feminista, que comeza cun precursor no s.XVII, Pullain de la Barre, segue no s.XVIII con Olimpe de Gouche e Mary Wollstonecraft. coa Vindicación dos dereitos da Muller, Condorcet,Benito Feixó, Martín Sarmiento, J.Stuart Mill, F. Engels, Augusto Bebel, PierreBordeaux ou o actual Carl Djerassi, por citar homes, e tantas filósofas, comezando por Simone de Beauvoir, Kate Millet, Clara Campoamor, M. Le Doeuff. até as milleiras que na actualidade como Celia Amorós ou Amelia Valcárcel, forman un rico corpus, é ignorada nese contexto. Os libros onde se amosa esa herdanza intelectual, non deben figurar nas bibliotecas nin nas mentes dos ilustres académicos. Afirmo que non hai acritude nas palabras anteriores. Só constatacións. Mesmo se negan a Lei de Igualdade e a propia democracia, teño un vínculo coa Academia co que sempre me identificarei: a lingua galega. Ademais sei que os argumentos expostos non son ofensivos para os distinguidos académicos. Consideran que o saber é cousa de homes, no sentido máis específico do termo, e fixeron coas mulleres unha privación inicua&#8230;ignoro por que dereito natural fundamental, de non ser o outro que a forza, segundo o Rousseau xuvenil. Pretendín demostrarlle á cidadanía que me propuxo que a Academia será o último que cambie na sociedade. Aínda que vaian introducindo algunha muller aconta gotas coma quen regala unha flor. Hoxe, día 14 de Setembro de 2011, no 1º Consello Municipal da Muller da nova lexislatura, pídovos a liberdade para declarar que non quero nin quererei entrar  na Real Academia Galega, así como amosar a miña desculpa ante todas as instituciónse persoas que me apoiaron. Reitero as grazas e ofrezo a miña solidariedade e o afecto de sempre&#8221;.</p>
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