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	<title>Feminismo na Galiza</title>
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	<description>Site de mulheres nacionalistas galegas</description>
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		<title>16 de junho manifestação nacional pelo direito a decidir sobre os nossos corpos</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 15:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convocatórias]]></category>
		<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
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		<description><![CDATA[As MNG fazemos um apelo a participar da manifestação nacional deste domingo 16 de junho contra a penalização do aborto e os ataques aos direitos das mulheres convocada pela Plataforma Galega]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As MNG fazemos um apelo a participar da manifestação nacional deste domingo 16 de junho contra a penalização do aborto e os ataques aos direitos das mulheres convocada pela Plataforma Galega pelo Direito ao Aborto, da que Mulheres Nacionalistas Galegas faz parte.  A mobilização sairá às 17h da estação de comboios de Santiago de Compostela..</p>
<p>Estamos em um momento em que a luta feminista cobra muita mais importância não só como luta contra as políticas de cortes da direita, aliás como defesa das nossas liberdades, de ser mães ou de não o ser; de ter direito a um aborto livre, gratuito e na sanidade pública.</p>
<p>Ante o calendário de retrocessos nos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, multiplicam-se as iniciativas de protesto e recusa frontal. As mulheres galegas manifestamo-nos este 16 de junho 2013 para exigir:</p>
<ul>
<li>O n<strong>ão à contrarreforma</strong> da Lei de aborto que quer acometer o Governo do PP</li>
<li>O <strong>direito de todas as mulheres a decidir sobre a sua gravidez</strong>, incluindo as jovens e as mulheres migrantes. A liberdade de ser mãe se passa pela liberdade de não o ser</li>
<li>A Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) fora do Código penal.</li>
<li>A garantia da prática da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) no sistema sanitário <strong>público, de forma livre, segura e gratuita</strong></li>
<li>A <strong>regulação da objeção de consciência</strong></li>
</ul>
<p>Avante a luta feminista!!!</p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2013/06/16-de-junho-manifestacao-nacional-pelo-direito-a-decidir-sobre-os-nossos-corpos/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2013/06/16-de-junho-manifestacao-nacional-pelo-direito-a-decidir-sobre-os-nossos-corpos/" data-text="16 de junho manifestação nacional pelo direito a decidir sobre os nossos corpos"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2013/06/16-de-junho-manifestacao-nacional-pelo-direito-a-decidir-sobre-os-nossos-corpos/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F06%2F16-de-junho-manifestacao-nacional-pelo-direito-a-decidir-sobre-os-nossos-corpos%2F&amp;linkname=16%20de%20junho%20manifesta%C3%A7%C3%A3o%20nacional%20pelo%20direito%20a%20decidir%20sobre%20os%20nossos%20corpos" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F06%2F16-de-junho-manifestacao-nacional-pelo-direito-a-decidir-sobre-os-nossos-corpos%2F&amp;title=16%20de%20junho%20manifesta%C3%A7%C3%A3o%20nacional%20pelo%20direito%20a%20decidir%20sobre%20os%20nossos%20corpos" id="wpa2a_2">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>28 de maio: Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.</title>
		<link>http://feminismo.org/2013/05/28-de-maio-dia-internacional-de-acao-pela-saude-da-mulher-direitos-sexuais-e-direitos-reprodutivos/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2013 07:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[Celebra-se hoje o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, enquadrado numa situação na que as mulheres vemos como os nossos direitos são atacados,]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Celebra-se hoje o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, enquadrado numa situação na que as mulheres vemos como os nossos direitos são atacados, e no que não se nos deixa decidir sobre o nosso corpo. Estamos em um momento em que a luta feminista cobra muita mais importância não só como luta contra as políticas de cortes da direita, aliás como defesa das nossas liberdades, de ser mães ou de não o ser; de ter direito a um aborto livre, gratuito e na sanidade pública.</p>
<p>Ante o calendário de retrocessos nos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, multiplicam-se as iniciativas de protesto e recusa frontal. As Plataformas e associações de mulheres concentramo-nos este 28 de maio 2013 para exigir:</p>
<ul>
<li>O n<strong>ão à contrarreforma</strong> da Lei de aborto que quer acometer o Governo do PP</li>
<li>O <strong>direito de todas as mulheres a decidir sobre a sua gravidez</strong>, incluindo as jovens e as mulheres migrantes. A liberdade de ser mãe se passa pela liberdade de não o ser</li>
<li>A Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) fora do Código penal.</li>
<li>A garantia da prática da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) no sistema sanitário <strong>público, de forma livre, segura e gratuita</strong></li>
<li>A <strong>regulação da objeção de consciência</strong></li>
</ul>
<p>Como integrantes da Plataforma Galega pelo Direito ao Aborto, as MNG, animamos-te a que participes das atividades organizadas em diferentes cidades da Galiza para este dia:</p>
<p>- Em Compostela, sairemos à rua numa procissão feminista, com estandarte lilás e disfarces eclesiásticos a partires de 19.30 h desde a Praza da Galiza até o Obradoiro.<br />
- Em Vigo, concentração na Farola de Príncipe às 19:30h</p>
<p>Percorreremos as ruas com caçarolas, apitos, vuvuzelas, velas e tudo o que puderes imaginar para nos fazermos ouvir.<br />
Fazemos também um apelo à participação na <strong>manifestação nacional</strong> que terá lugar no <strong>domingo 16 de junho</strong> em Santiago de Compostela.</p>
<p>Aborto livre, gratuito, na sanidade pública e à decisão da mulher!<br />
Nós parimos, nós decidimos!</p>
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		<title>#FeminismosEmEscracho Não vamos permitir que nos ponham a parir!!</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 11:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diferentes organizações feministas convocamos em Vigo para a terça-feira dia 30 de abril às 19:30 diante da igreja Santiago de Vigo (R/ García Barbom) uma primeira acção feminista em resposta]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Diferentes organizações feministas convocamos em Vigo para a terça-feira dia 30 de abril às 19:30 diante da igreja Santiago de Vigo (R/ García Barbom) uma primeira acção feminista em resposta aos ataques aos nossos direitos.</p>
<p>Seguiremos a convocar próximas acções. Participa e partilha porque juntas podemos.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2013/04/feminismosemescracho-nao-vamos-permitir-que-nos-ponham-a-parir/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2013/04/feminismosemescracho-nao-vamos-permitir-que-nos-ponham-a-parir/" data-text="#FeminismosEmEscracho Não vamos permitir que nos ponham a parir!!"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2013/04/feminismosemescracho-nao-vamos-permitir-que-nos-ponham-a-parir/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F04%2Ffeminismosemescracho-nao-vamos-permitir-que-nos-ponham-a-parir%2F&amp;linkname=%23FeminismosEmEscracho%20N%C3%A3o%20vamos%20permitir%20que%20nos%20ponham%20a%20parir%21%21" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F04%2Ffeminismosemescracho-nao-vamos-permitir-que-nos-ponham-a-parir%2F&amp;title=%23FeminismosEmEscracho%20N%C3%A3o%20vamos%20permitir%20que%20nos%20ponham%20a%20parir%21%21" id="wpa2a_6">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Tempo de desobediência feminista</title>
		<link>http://feminismo.org/2013/04/tempo-de-desobediencia-feminista/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 05:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que alguém como Gallardón fale de “violência estrutural” quando é um dos responsáveis de a manter… Que fale de “violência estrutural” quem está a abrir as portas a que o]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Que alguém como Gallardón fale de “violência estrutural” quando é um dos responsáveis de a manter… Que fale de “violência estrutural” quem está a abrir as portas a que o mais ortodoxo e conservador legisle em temas sociais e que nos remontemos a épocas ás que não estamos dispostas a voltar, é crime.</p>
<p>Também aparecem notícias relacionadas com o Foro de la Familia que quer reunir assinaturas para contemplar outro tipo de casal heterosexual, que impeça o divórcio. A mistura tão criticada da ortodoxia islâmica na que o religioso inunda o público, já a temos em casa.</p>
<p>Que a mulher volte de novo a se encerrar entre quatro paredes não parece que seja um avanço social, nem sequer que tenha funções capitalistas, mas sim satisfaz ao mais casposo do conservadurismo. As feministas achamos que só com a apropriação do nosso corpo, da nossa afetividade e nossa sexualidade podemos nos incorporar de pleno direito a um mercado laboral bem mais duro para nós, no que se nos julga por sermos mulheres, pelo facto mesmo de poder ficar grávida, no que cobramos menos e onde os postos de poder se situam a cada vez mais longe.</p>
<p><strong>É tempo de luta!!!</strong></p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2013/04/tempo-de-desobediencia-feminista/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2013/04/tempo-de-desobediencia-feminista/" data-text="Tempo de desobediência feminista"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2013/04/tempo-de-desobediencia-feminista/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F04%2Ftempo-de-desobediencia-feminista%2F&amp;linkname=Tempo%20de%20desobedi%C3%AAncia%20feminista" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F04%2Ftempo-de-desobediencia-feminista%2F&amp;title=Tempo%20de%20desobedi%C3%AAncia%20feminista" id="wpa2a_8">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>8 de março: Feminismo o poder das Mulheres!</title>
		<link>http://feminismo.org/2013/03/8-de-marco-feminismo-o-poder-das-mulheres/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 17:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[8 março]]></category>
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		<description><![CDATA[Em este 8 de março, levantamos mais uma vez nossas vozes para exigir uma transformaçom radical com igualdade, autonomia, liberdade e soberania! Neste 8 de Março estaremos nas ruas novamente]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em este 8 de março, levantamos mais uma vez nossas vozes para exigir uma transformaçom radical com igualdade, autonomia, liberdade e soberania!<br />
Neste 8 de Março estaremos nas ruas novamente para reafirmar nosso compromisso de luita contra o patriarcado. Reconhecemos os avanços conquistados pola luita das mulheres, mas temos no horizonte ainda muito a fazer para garantir nossa autonomia, igualdade e direitos plenos; o combate ao machismo é todo dia.</p>
<p>Nos últimos tempos acompanhamos o surgimento de uma grave ofensiva conservadora, que tenta impor princípios religiosos para o conjunto das pessoas, além de propor retrocessos na questom dos direitos humanos. Essa ofensiva culmina em um processo pautado pelo conservadorismo, no qual o papel da mulher se reduz ao de ser mai.<span id="more-1091"></span></p>
<h3>A nossa luita é diária!</h3>
<p>Nós, feministas, estamos em luita diária contra a violência sexista, pola descriminalizaçom do aborto, pola valorizaçom do nosso trabalho, por uma educaçom de qualidade para todas as pessoas e somos solidárias com as luitas anti-capitalistas travadas na Galiza e no mundo. Há muito que as mulheres estamos nas ruas para afirmar o que queremos construir a partir do feminismo: um mundo livre de exploraçom, desigualdades e discriminaçom.</p>
<h3>Contra o patriarcado e o capitalismo!</h3>
<p>As crises financeira, económica, ambiental e alimentar que afetam nossas vidas nom som fenómenos isolados. Trata-se de uma crise gerada por um modelo de desenvolvimento baseado na superexploraçom do trabalho e na especulaçom financeira transformando tudo em mercadoria e colocando preço inclusive a nossos corpos.</p>
<p>A avalanche de cortes e políticas de ajuste económico e restriçons de direitos perante sua crise financeira som apenas uma desculpa para dar mais uma outra reviravolta para o reforço e fixaçom do a cada vez mais voraz sistema patriarcal-neoliberal. Sistema hierárquico, sexista, racista e classista que explora as pessoas e a natureza com o único objectivo do enriquecimento de uns poucos, cuja conseqüencia direta é a crescente feminizaçom da pobreza.</p>
<p>Nom acreditamos em respostas superficiais para a crise. Somos contra os dinheiros retirados dos fundos públicos para salvar bancos e grandes empresas. Também somos contra qualquer tentativa de retirada dos direitos trabalhistas e de reduçom de salários, propagandeadas como soluçons para a crise económica. Queremos investimentos públicos que garantam e reforcem a rede de direitos sociais. É urgente avançarmos na construçom de alternativas a este modelo!</p>
<p>Achamos que com a desculpa da crise está a se silenciar a voz das mulheres e das suas organizaçons conseguindo que desapareçam os já escassos cauces para a sua participaçom social e cidadá. A construçom de uma nova sociedade nom acontecerá sem a incorporaçom das nossas demandas especificas. Para sermos vitoriosas, é preciso compromisso com nossas demandas históricas e autonomia do movimento para pautá-las.</p>
<h3>Conquistar a igualdade!</h3>
<p>Construir a igualdade em nossa sociedade passa por valorizar o trabalho das mulheres e garantir sua autonomia económica. Defendemos e luitamos por um modelo de proteçom social solidário, universal e inclusivo, com direito à saúde, assistència social e salarios dignos para todos e todas.</p>
<p>Para conquistar a igualdade, é preciso ampliar os serviços públicos. Por isso, hà que parar com a privatizaçom de unidades de saúde, educaçao e dos serviços sociais, impulsionadas pelos governos neoliberais. Se as políticas públicas nom garantem direitos sociais fundamentais como estes, aumenta o trabalho de cuidados das pessoas, que é realizado cotidianamente por nós, mulheres. Luitamos para que esse trabalho seja partilhado com os homens e com a sociedade.</p>
<p>Vivemos um momento de criminalização das mulheres, no qual a luita por nossa autonomia tem sido duramente atacada. A maternidade deve ser uma decisão consciente, não uma obriga. Criminalizar o aborto não impedirá que aconteça. Polo contrário, condena as mulheres com menos recursos a se submeterem a práticas inseguras para interromper uma gravidez indesejada.</p>
<h3>Sororidade!</h3>
<p>Queremos igualdade para todas as mulheres. Por isso, combatemos as desigualdades em todas as suas manifestaçons e a banalização da imagem da mulher veiculada nos mídia. Essa imagem contribui para mercantilizar nossas vidas e reflete as violèncias que sofremos dia a dia.</p>
<p>Somos solidárias a todas aquelas que vem a soberania de seus povos atacada seja onde for. Nos solidarizamos aos processos de construçom de alternativas em curso, que recuperam a soberania dos povos sobre seu território e seus recursos.</p>
<h3>Manteremos nossa rebeldia e mobilizaçom!</h3>
<p>Para conquistarmos o lugar em que nos encontramos hoje, foram necessárias muitas mudanças e quebra de paradigmas. Neste momento nom só temos que luitar por avançar nos nossos direitos mas é que já perdemos direitos.</p>
<p>Neste 8 de março, estaremos nas ruas confrontando o sistema patriarcal e capitalista que nos oprime e explora. Nas ruas, em nossas casas e no cotidiano de nossas vidas.</p>
<p>A melhor forma de comemorar este dia é nos juntarmos numa corrente de indignaçom e esperança. Indignaçom com a terrível e vergonhosa situaçom em que nos vemos. E esperança na nossa capacidade de mudar essa situaçom. Por isso fazemos um chamado à participaçom em todos os atos que se convocarem neste día de luita.</p>
<h3>Avante a luita feminista!!!</h3>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2013/03/8-de-marco-feminismo-o-poder-das-mulheres/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2013/03/8-de-marco-feminismo-o-poder-das-mulheres/" data-text="8 de março: Feminismo o poder das Mulheres!"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2013/03/8-de-marco-feminismo-o-poder-das-mulheres/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F03%2F8-de-marco-feminismo-o-poder-das-mulheres%2F&amp;linkname=8%20de%20mar%C3%A7o%3A%20Feminismo%20o%20poder%20das%20Mulheres%21" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F03%2F8-de-marco-feminismo-o-poder-das-mulheres%2F&amp;title=8%20de%20mar%C3%A7o%3A%20Feminismo%20o%20poder%20das%20Mulheres%21" id="wpa2a_10">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Junta-te a #FeministasEmResistência na Manifestaçom pela soberanía nacional!</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 18:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convocatórias]]></category>
		<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[antipatriarcal]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O próximo domingo, 3 de março, decorrerá em Compostela umha manifestaçom nacional sob a legenda: Polo direito ao trabalho, à igualdade, aos serviços públicos e à plena soberania nacional galega]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2013/02/FeministasEnResistencia.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1079" alt="FeministasEnResistencia" src="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2013/02/FeministasEnResistencia-1024x442.jpg" width="689" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O próximo domingo, 3 de março, decorrerá em Compostela umha manifestaçom nacional sob a legenda: <b>Polo direito ao trabalho, à igualdade, aos serviços públicos e à plena soberania nacional galega</b> convocada por diferentes organizaçons soberanistas.</p>
<p>Acreditamos que as feministas temos que dar uma resposta firme a toda a série de cortes que está a fazer o actual governo e que nos afectam muito especialmente. Por isto fazemos um chamado para que nos manifestemos conjuntamente e assim fazer visíveis as reivindicaçns que nos som próprias, para dizer alto e forte que nom estamos dispostas a perder os nossos direitos. É por isso que as MNG participaremos junto com Conas Ceives e outras organizaçons feministas do país conformando: <strong> #FeministasEmResistência</strong>.</p>
<h3>Traz vestido algo de cor lilás e junta-te!</h3>
<h3>Combinamos o domingo 3 de março ás 11.45 na Alameda de Compostela ao carón do palco da música para a nossa saída en bloco.</h3>
<h3>Avante a luita feminista!!!</h3>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2013/02/unete-a-feministasemresistencia-na-manifestacom-pola-soberania-nacional/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2013/02/unete-a-feministasemresistencia-na-manifestacom-pola-soberania-nacional/" data-text="Junta-te a #FeministasEmResistência na Manifestaçom pela soberanía nacional!"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2013/02/unete-a-feministasemresistencia-na-manifestacom-pola-soberania-nacional/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F02%2Funete-a-feministasemresistencia-na-manifestacom-pola-soberania-nacional%2F&amp;linkname=Junta-te%20a%20%23FeministasEmResist%C3%AAncia%20na%20Manifesta%C3%A7om%20pela%20soberan%C3%ADa%20nacional%21" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F02%2Funete-a-feministasemresistencia-na-manifestacom-pola-soberania-nacional%2F&amp;title=Junta-te%20a%20%23FeministasEmResist%C3%AAncia%20na%20Manifesta%C3%A7om%20pela%20soberan%C3%ADa%20nacional%21" id="wpa2a_12">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Chega já de corrupçom e de destruiçom social e cultural</title>
		<link>http://feminismo.org/2013/02/chega-ja-de-corrupcom-e-de-destruicom-social-e-cultural/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 06:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convocatórias]]></category>
		<category><![CDATA[Em movimento]]></category>

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		<description><![CDATA[O próximo domingo, 3 de março, decorrerá em Compostela umha manifestaçom nacional sob a legenda: Polo direito ao trabalho, à igualdade, aos serviços públicos e à plena soberania nacional galega]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O próximo domingo, 3 de março, decorrerá em Compostela umha manifestaçom nacional sob a legenda: <b>Polo direito ao trabalho, à igualdade, aos serviços públicos e à plena soberania nacional galega</b> convocada por diferentes organizaçons soberanistas.</p>
<p>A vinculaçom que Mulheres Nacionalistas Galegas tem à causa soberanista, que considera como própria, nasce da análise da realidade do país a que pertencemos. Ao melhorarmos as condiçons de vida, as condiçons laborais, os serviços sociais&#8230; ao normalizarmos a nossa língua e a nossa cultura, ao contarmos com um poder político que for soberano e nos representar na comunidade internacional, as mulheres galegas como integrantes em 50% da populaçom deste país, imo-nos ver beneficiadas. A luita pola soberania nom garante por si própria um avanço para a nossa libertaçom, mas é umha realidade que nos atinge como parte do povo galego.</p>
<p>Partimos da base de que a actual situaçom económica, política e social tem diferentes respostas organizadas a distintos níveis, mas todas elas confluem, na teoria, no desejo de construir umha sociedade mais justa e, também, muito na teoria, na defesa dos direitos da Galiza.</p>
<p>Cumprem projectos transformadores que assumam os direitos das mulheres e recolham, das luitas feministas, todas aquelas alternativas que se elaboram para assegurá-los e defendê-los. Só desde a luita  antipatriarcal e anticapitalista poderemos conseguir umha mudança radical desta sociedade e portanto é muito importante aprofundar na auto-organizaçom e nas formas de luita das mulheres para construir umha Galiza realmente livre e nom patriarcal.</p>
<p>Acreditamos que as feministas temos que dar uma resposta firme a toda a série de cortes que está a fazer o actual governo e que nos afectam muito especialmente. Por isto fazemos um chamado para que nos manifestemos conjuntamente e assim fazer visíveis as reivindicaçns que nos som próprias, para dizer alto e forte que nom estamos dispostas a perder os nossos direitos. É por isso que as MNG participaremos junto com Conas Ceives e outras organizaçons feministas do país conformando: <strong> #FeministasEmResistência</strong></p>
<p>Esta é uma proposta aberta para que cada uma de nós faça o mesmo apelo. Animádevos a participar fazendo-o próprio e difundindo este chamado por todas as vossas redes de contactos.</p>
<h3>Juntas podemos, avante a luita feminista!!</h3>
<p> <span id="more-1067"></span></p>
<p>Disponibilizamos o manifesto:</p>
<p>Manifestaçom nacional no próximo dia 3 de março, que marchará polas ruas de Compostela, com saída às 12hs da Alameda.</p>
<p>Polo direito ao trabalho, à igualdade, aos serviços públicos e à plena soberania nacional galega</p>
<p>Por um processo constituinte e de ruptura democrática. Chega já de corrupçom e de destruiçom social e cultural</p>
<p>Herdeiras e herdeiros da esperança de Celso Emilio, erguemos a voz num tempo obscuro para convocar a sociedade galega, essa imensa maioria social trabalhadora, a umha resposta de dignidade e de luita para enfrentar o tempo da devastaçom social e cultural, política e económica, que estám a provocar as políticas do capitalismo ultraliberal no nosso país, Galiza.</p>
<p>Esta convocatória quer assinalar como responsáveis os governos fantoches que atendem submissos às imposiçons dos mercados capitalistas e dos especuladores, grandes empresários e defraudadores em prejuízo do acervo de direitos económicos, sociais e culturais, e das liberdades políticas que precisamos as galegas e galegos para podermos exercer a nossa condiçom de cidadania social. Ese complexo de direitos e liberdades constitui os alicerces do outro país que arelamos, livre do complexo de violências estruturais que em todos os ámbitos da vida social ferem as condiçons materiais de vida da imensa maioria trabalhadora do País.</p>
<p>O regime político da II Restauraçom esmorece, provocando umha violenta destruiçom social, económica e cultural sobre o nosso povo, cuja maioria trabalhadora contempla a destruiçom de emprego e o crescimento do desemprego, dessa Galiza que já tem mais de 350.000 pessoas sem trabalho e que contempla como a juventude tem como único futuro emigrar; a voadura dos setores produtivos estratégicos do País, do naval ao agropecuário, passando polo estrangulamento da investigaçom e do desenvolvimento;  a privatizaçom e o espólio do aforro galego que se quer entregar ao grande capital financeiro; a degradaçom e a privatizaçom dos serviços públicos educativos, sanitários, sociais e mesmo da justiça; o roubo e o escándalo dumha corrupçom funcional às relaçons sociais de produçom capitalistas; ou o emprego do governo autonómico para destruir a nossa língua e cultura; ou o incremento continuado da repressom policial, judicial e carcerária, como estamos a ver, contra aqueles movimentos sociais, sindicais e políticos que rejeitam este regime. E, como corolário dessas agressons, o medo, a pobreza, a precariedade social, a dor, a angústia e inclusive os suicídios. Denunciamos un regime político e de acumulaçom de capital que amortalha vidas, esperanças e mesmo cadáveres para entesourar moedas, cobiça e egoísmos.</p>
<p>Um regime em que os setores mais conservadores ganham tempo numha das suas batalhas mais mediáticas: a eliminaçom de direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Este ataque contra o direito a decidir sobre a reproduçom nom é acidental e está marcada pola ofensiva contra os direitos conquistados polas mulheres nos últimos anos. Ao questionar a sabedoria das mulheres para decidirem sobre seus corpos e criminalizar aquelas que nom querem ser maes, as posiçons antiabortistas reforçam o seu papel como maes e esposas no ámbito doméstico.</p>
<p>Estamos diante de um modelo político e social que mete água por todos os lados e do qual nada se pode esperar, porque foi protegido de qualquer tipo de mudança e rejeita mesmo discutir. A sua legitimidade do ponto de vista político está cada dia mais deteriorada e só lhes fica o recurso permanente à repressom para enfrentar as legítimas demandas do povo.</p>
<p>Só nos deixam um caminho para as transformaçons que as pessoas precisamos: A MUDANÇA DE SISTEMA.</p>
<p>Os senhores de negro, com a cumplicidade do grande capital, imponhem o seqüestro dos direitos fundamentais do nosso povo: económicos, sociais, lingüísticos e nacionais; utilizando a Constituiçom de 1978 como útil ferramenta ao serviço dos interesses de umha poderosa minoria oligárquica empenhada, em nome da ilegítima dívida e da “unidade de mercado”, na precarizaçom e espanholizaçom definitivas da Galiza.</p>
<p>Encontramo-nos num momento decisivo para configurar o futuro: o velho está a morrer e ainda nom surgiu o novo. Todos os dias afrontamos umha luita decisiva entre o poder económico de banqueiros, especuladores e grandes empresários que contam com a cumplicidade dos partidos do regime e nós, a maioria do povo trabalhador, para defender umhas condiçons de vida dignas. Essa luita requer da soma de forças e esforços partilhados para construir um futuro distinto e melhor para o nosso povo; povo que se achega a essa luita necessária com os “poderes da fouce i-os poderes da frol/ os poderes do trabalho, do pranto e do pam”, a luita germinal que aventurou o verso de Lorenzo Varela.</p>
<p>Fazemos um chamado ancorado na razom emancipatória à cidadania consciente deste país e ao conjunto das forzas sociais e políticas e ao sindicalismo de classe do País, a essa imensa maioria que vive do seu trabalho, para se mobilizar numha primeira açom pública que afirme a determinaçom e a vontade de produzir de modo compartido um novo quadro político, social e cultural, que sirva a toda a sociedade galega e permita o despregamento de todas as capacidades e potências que possuímos e que se acham, na atualidade, lastradas por um regime político e social esgotado e que nom dá garantido condiçons de vida digna à maioria da sociedade, condenando à pobreza mais de meio milhons de galegas e galegos.</p>
<p>Hoje em dia, cumpre articular umha aliança para produzir um novo processo que permita recuperar os nossos direitos políticos, económicos, sociais, lingüísticos e culturais como povo, de modo que nom tenhamos que emigrar para ganhar a vida, que nom seja possível sofrer um despejo, que as mulheres e homens que vivem e trabalham na Galiza, com independência da sua situaçom administrativa, tenham acesso livre aos serviços públicos da nossa sociedade. Nom haverá direitos, liberdades e soberania nacional galega se nom ultrapassarmos os estreitos e antidemocráticos muros deste regime e damos carta de natureza às práticas da democracia participativa e direta. Quando se afasta o povo, o vazio ocupam-no os interesses do capital. Quando o comum enche as ruas, ganha o interesse geral e o bem público.</p>
<p>Para sermos mais e maioria na tarefa de construir umha Galiza soberana de iguais em liberdade, convocamos quantas pessoas e entidades acreditam na urgência e na importáncia de articular um espazo plural e partilhado de açom política e luita social que resgate os poderes públicos do seqüestro que sofrem polo capitalismo da globalizaçom ultraliberal e permita o exercício da dignidade, da justiça e da plena soberania nacional ao povo galego.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2013/02/chega-ja-de-corrupcom-e-de-destruicom-social-e-cultural/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2013/02/chega-ja-de-corrupcom-e-de-destruicom-social-e-cultural/" data-text="Chega já de corrupçom e de destruiçom social e cultural"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2013/02/chega-ja-de-corrupcom-e-de-destruicom-social-e-cultural/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F02%2Fchega-ja-de-corrupcom-e-de-destruicom-social-e-cultural%2F&amp;linkname=Chega%20j%C3%A1%20de%20corrup%C3%A7om%20e%20de%20destrui%C3%A7om%20social%20e%20cultural" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F02%2Fchega-ja-de-corrupcom-e-de-destruicom-social-e-cultural%2F&amp;title=Chega%20j%C3%A1%20de%20corrup%C3%A7om%20e%20de%20destrui%C3%A7om%20social%20e%20cultural" id="wpa2a_14">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Um bilhão que se ergue: Luta! Dança! Ergue-te!  #1billionrising</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2013 08:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convocatórias]]></category>
		<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Violência de género]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[género]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Mil milhões de mulheres violadas é uma atrocidade. Mil milhões de mulheres dançando é uma revolução&#8221;. É o lema da ação global que na próxima quinta-feira 14 de fevereiro pretende]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mil milhões de mulheres violadas é uma atrocidade. Mil milhões de mulheres dançando é uma revolução&#8221;. É o lema da ação global que na próxima quinta-feira 14 de fevereiro pretende mover o mundo contra a violência sexual para as mulheres. <span id="more-1055"></span>Por trás da ideia está a escritora Eve Ensler, autora de &#8216;Os monologos da vagina&#8217;, mas são centos de associações e grupos de ativistas as que estão a organizar milhares de eventos em todo mundo. Eis a página do evento: <a title="onebillionrising" href="http://www.onebillionrising.org/" target="_blank">http://www.onebillionrising.org/</a></p>
<p>A convocação oficial anima a homens e mulheres a se unirem a uma ação que rompa as regras e que reivindique que acabar com a violência de género &#8220;é tão importante comop acabar com a pobreza&#8221;. A convocação quer visibilizar que a violência sexual não é &#8220;um assunto local ou particular de alguma cultura, religião ou idade&#8221;, mas que se tratar de um problema global que deve incumbir a todo mundo.</p>
<p>No Estado Espanhol, somaram-se 29 cidades. Compartilhamos a listagem dos eventos na Galiza:</p>
<p>- Compostela: às 17:00 horas. Flashmob no Campus Sul da USC, no Estádio de Atletismo (tras do observatório do Campus Sul).</p>
<p>- Vigo: Escola Superior de Arte Dramática da Galiza organiza a ação &#8220;Máis dança e menos violência&#8221; às 16:00 horas em Rúa Poza Cabalo, s/n.</p>
<p>- A Coruña: às 19:00 horas no Obelisco.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/gl2AO-7Vlzk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2013/02/one-billion-rising-manifesta-te-danca-levanta-te/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2013/02/one-billion-rising-manifesta-te-danca-levanta-te/" data-text="Um bilhão que se ergue: Luta! Dança! Ergue-te!  #1billionrising"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2013/02/one-billion-rising-manifesta-te-danca-levanta-te/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F02%2Fone-billion-rising-manifesta-te-danca-levanta-te%2F&amp;linkname=Um%20bilh%C3%A3o%20que%20se%20ergue%3A%20Luta%21%20Dan%C3%A7a%21%20Ergue-te%21%20%20%231billionrising" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2013%2F02%2Fone-billion-rising-manifesta-te-danca-levanta-te%2F&amp;title=Um%20bilh%C3%A3o%20que%20se%20ergue%3A%20Luta%21%20Dan%C3%A7a%21%20Ergue-te%21%20%20%231billionrising" id="wpa2a_16">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desejos para o 2013: sororidade e luta feminista</title>
		<link>http://feminismo.org/2012/12/desejos-para-o-2013-sororidade-e-luta-feminista/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 18:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Obrigadas ao #feminismoenred por estar lá. Continuaremos a partilhar lutas e sonhos comuns do #feminismoenresistencia para construirmos um 2013 em igualdade! Não há barreira, fechadura ou ferrolho que possas impor]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigadas ao #feminismoenred por estar lá. Continuaremos a partilhar lutas e sonhos comuns do #feminismoenresistencia para construirmos um 2013 em igualdade!<span id="more-1045"></span></p>
<blockquote><p>Não há barreira, fechadura ou ferrolho que possas impor à liberdade da minha mente.</p>
<p style="text-align: right;">Virginia Woolf</p>
</blockquote>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2012/12/desejos-para-o-2013-sororidade-e-luta-feminista/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2012/12/desejos-para-o-2013-sororidade-e-luta-feminista/" data-text="Desejos para o 2013: sororidade e luta feminista"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2012/12/desejos-para-o-2013-sororidade-e-luta-feminista/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F12%2Fdesejos-para-o-2013-sororidade-e-luta-feminista%2F&amp;linkname=Desejos%20para%20o%202013%3A%20sororidade%20e%20luta%20feminista" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F12%2Fdesejos-para-o-2013-sororidade-e-luta-feminista%2F&amp;title=Desejos%20para%20o%202013%3A%20sororidade%20e%20luta%20feminista" id="wpa2a_18">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Empoderando e visibilizando ás mulheres inauguraçom da sinalizaçom do &#8216; I Roteiro em Feminino Sons de Mulleres&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 10:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Roteiro em Feminino “Sons de mulleres” é umha iniciativa de  Mulheres Nacionalistas Galegas que tem como objectivo visibilizar ás mulheres que, individual ou colectivamente, tecerom a história de Vigo. Leva-nos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Roteiro em Feminino<strong> </strong>“<strong>Sons de mulleres</strong>” é umha iniciativa de  <strong>Mulheres Nacionalistas Galegas </strong>que tem como objectivo visibilizar ás mulheres que, individual ou colectivamente, tecerom a história de Vigo. Leva-nos por quince pontos, situados, fundamentalmente no casco histórico polos que dum ou doutro jeito, as mulheres deixarom a súa pegada e a súa contribuçom á identidade de Vigo, aínda que a própria história da cidade as tenha silenciadas.</p>
<p>Ao elaborar este Roteiro comprobamos como a nossa cidade medrou coa força, co valor, co compromiso, coa solidariedade e a valentía das mulheres que fixerom do seu labor umha achega ao desenvolvemento, social, económico, ideológico e cultural.<span id="more-1032"></span></p>
<p>No Roteiro há espaços que som froito das reivindicaçons e do trabalho máis recente do Movemento Feminista: a Praça 8 de Março, a Biblioteca Feminista ou a Casa das Mulheres; lugares que recuperam a memória de mulheres vítimas da repressom franquista: Urania Mella, Olimpia Valencia ou Rosario Hernández -A Calesa-, que luitarom pola liberdade nas rúas da cidade, nos sindicatos e na vangarda cultural e mesmo nas barricadas da resistência.; espaços de Pedagogas que defenderom os direitos das mulheres, luitando por umha educaçom que aínda hoje é sonho de futuro: Concepción Arenal, Ernestina Otero ou Antia Cal; lugares de creaçom artística e literaria, como foi a imprensa de Juan Compañel onde Rosalía de Castro sacou do prelo em 1863 “Cantares gallegos”; e lugares que reconhecem o compromisso político,  o trabalho nas conserveiras, na ribeira do Berbés ou as ostreiras, nos lavadoiros comunais ou nos mercados, ou ás mulheres que tiverom que emigrar.</p>
<p>Desde a nossa vontade Feminista as mulheres ás que adicamos este Roteiro som umha referência na luita Antipatriarcal e na construçom dum mundo máis Livre e Solidario.</p>
<p>O Concelho de Vigo, assumiu a sinalizaçom deste Roteiro em Feminino ‘Sons de Mulleres’ e assim o próximo <strong>sábado 15 de dezembro ás 12:00h</strong> realizara-se a inaguraçom das mesmas.</p>
<p>Este ato terá lugar no ponto nº 14 Espaço contra a Violência de Genéro (situado na Rúa Ronda de Dom Bosco ao lado do Marco). <strong>Caso o tempo nom acompanhar celebrara-se no interior Marco.</strong></p>
<p>Convidamos-vos a participardes e aguardamos poder contar com a vossa presença</p>
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