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	<title>Feminismo na Galiza</title>
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	<description>Site de mulheres nacionalistas galegas</description>
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		<title>Orgulhosas da nossa língua.</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 19:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[O 17 de maio de 1863, Rosalia de Castro publica a primeira edição de Cantares Galegos, marcando o início simbólico do Ressurgimento literário na Galiza&#8230; agardamos mais mil primaveras para o galego. A língua da minha mãe, da minha terra. &#8230; <a href="http://feminismo.org/2012/05/orgulhosas-da-nossa-lingua/">Continua a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O 17 de maio de 1863, Rosalia de Castro publica a primeira edição de Cantares Galegos, marcando o início simbólico do Ressurgimento literário na Galiza&#8230; agardamos mais mil primaveras para o galego.</p>
<p style="text-align: right;">A língua da minha mãe, da minha terra.<br />
Palavras que falam do mar e das montanhas,<br />
de risos e lágrimas, de guerras e colheitas,<br />
de carícias e mordidas, do passado e do futuro.<br />
As línguas são a história dos povos;<br />
não as deixes morrer</p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2012/05/orgulhosas-da-nossa-lingua/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2012/05/orgulhosas-da-nossa-lingua/" data-text="Orgulhosas da nossa língua."></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2012/05/orgulhosas-da-nossa-lingua/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F05%2Forgulhosas-da-nossa-lingua%2F&amp;linkname=Orgulhosas%20da%20nossa%20l%C3%ADngua." title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F05%2Forgulhosas-da-nossa-lingua%2F&amp;title=Orgulhosas%20da%20nossa%20l%C3%ADngua." id="wpa2a_2">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Não somos objectos para a valoração e desfrute da mirada masculina.</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 16:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Violência de género]]></category>
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		<description><![CDATA[Conseguimos suspender eleição Rainha festas!! Somos feministas intolerantes co #machismo pq #machismomata. Podes ver as notas de imprensa aqui: http://elprogreso.galiciae.com/nova/170098.html http://elprogreso.galiciae.com/nova/169892.html?lang=gl http://www.elcorreogallego.es/galicia/ecg/tachan-de-rancio-machismo-la-eleccion-de-reina-de-las-fiestas-de-sarria-en-lugo/idEdicion-2012-05-09/idNoticia-745446/ http://www.sermosgaliza.com/artigo/social/sarria-promove-un-concurso-sexista-e-anacronico-para-escoller-unha-raina-das-festas/20120509125102001038.html http://www.sermosgaliza.com/artigo/social/o-alcalde-de-sarria-recua-e-suspende-o-concurso-de-beleza-por-culpa-das-feministas/20120509154230001044.html COMUNICADO: Uma vila em festas, com todos os ingredientes populares; entre eles, o maior anacronismo que se &#8230; <a href="http://feminismo.org/2012/05/nao-somos-objectos-para-a-valoracao-e-desfrute-da-mirada-masculina/">Continua a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong><span><strong>Conseguimos suspender eleição Rainha festas!!</strong> Somos feministas intolerantes co #machismo <span>pq</span> <span>#machismomata.</span> Podes ver as notas de imprensa aqui:<br />
<a href="http://elprogreso.galiciae.com/nova/170098.html" target="_blank">http://elprogreso.galiciae.com/nova/170098.html</a><br />
<a href="http://elprogreso.galiciae.com/nova/169892.html?lang=gl" target="_blank">http://elprogreso.galiciae.com/nova/169892.html?lang=gl</a><br />
<a href="http://www.sermosgaliza.com/artigo/social/sarria-promove-un-concurso-sexista-e-anacronico-para-escoller-unha-raina-das-festas/20120509125102001038.html" target="_blank">http://www.elcorreogallego.es/galicia/ecg/tachan-de-rancio-machismo-la-eleccion-de-reina-de-las-fiestas-de-sarria-en-lugo/idEdicion-2012-05-09/idNoticia-745446/</a></span></p>
<p><span><a href="http://www.sermosgaliza.com/artigo/social/sarria-promove-un-concurso-sexista-e-anacronico-para-escoller-unha-raina-das-festas/20120509125102001038.html" target="_blank">http://www.sermosgaliza.com/artigo/social/sarria-promove-un-concurso-sexista-e-anacronico-para-escoller-unha-raina-das-festas/20120509125102001038.html</a><br />
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</span><br />
<strong>COMUNICADO:</strong></p>
<p style="text-align: left;">Uma vila em festas, com todos os ingredientes populares; entre eles, o maior anacronismo que se mantém: a ridícula eleição de uma rainha das festas e as suas damas de honra.</p>
<p>Apesar de que nos últimos anos o discurso de género começou se inserir nas políticas públicas, resulta interessante perguntar-se como estas modificações contribuíram a superar as relações historicamente assimétricas entre homens e mulheres. Constatamos que apesar de existir maior presença feminina nos espaços públicos de poder, as políticas oficiais muitas vezes limitam o discurso das mulheres a programas e projetos relacionados com a violência doméstica e a maternidade, adiando a necessidade de superar realmente a discriminação de género.<span id="more-790"></span></p>
<p>Por outra parte, é um feito com que existe uma fenda entre o discurso e a prática institucional pois muitas vezes a construção de políticas de género encontra-se com resistências e práticas culturais discriminatórias. Desde esta realidade é possível perceber como a oficialidade segue promovendo espaços como as eleições de rainhas, onde a mulher é concebida como objeto decorativo, onde o seu corpo está sujeito à valoração e desfrute da mirada masculina.</p>
<p>Numa sociedade na que presumivelmente se avança na igualdade de género, mantém-se praticamente intacto o espírito e a estética de um espetáculo que faz passear, mede e vota o corpo da mulher. Num concurso de beleza o fundamental é o corpo humano, concretamente o corpo da mulher, ao que se lhe põe um preço e se comercializa, que é o que sempre fizeram os homens, comercializar contudo aquilo que não podem controlar. Projeta-se assim a ideia da mulher como um objeto, um marco mental que evidentemente não está só vinculado a este tipo de concursos senão que vem de uma cultura na que se ensina a buscar a própria estima na imagem. Nestes concursos apresenta-se a beleza como um meio para ascender socialmente no que se trata de explorar o capital corporal numa sociedade que despreza o mérito e a preparação. As bases deste tipo de concursos redundam na ideia de mulher-objeto, objeto de desejo.</p>
<p>Nos últimos anos decaiu o interesse neste tipo de eleições da mão do avanço da igualdade, mas não desapareceu e em alguns casos como o que nos ocupa «recupera-se»&#8230; Todo o concurso, dizem-nos, persegue um fim e rejeitam que se possa falar de sexismo. O que se valora, argumentam, é a «beleza», uma beleza diferente à das modelos «às que se lhes exige umas talhas bem mais pequenas, com mais curvas»; neste caso é a estética do «povo». Para rebater as acusações de machismo, assinala-se que também há certames masculinos mas o debate sobre o homem objeto e a exibição de músculo tem ingredientes muito diferentes que mereceriam uma análise aparte.</p>
<p>Mas o assunto consiste em que estes torneios não só reproduzem as iniquidades de género, senão que também contribuem a manter assimetrias de outra natureza, inseridas num patrão de poder global fortemente inseridos nos imaginários sociais. Estes reinados ademais de recrear um ideal de beleza feminina buscam reafirmar os valores morais dominantes. Por exemplo, uma rainha nunca poderá aprovar publicamente o aborto, o ateísmo, a conveniência do divórcio, declarar-se lésbica ou afirmar os direitos sexuais das mulheres&#8230; Os certames de beleza , utilizam à mulher para afiançar um modelo de poder ou para propor um retorno a valores tradicionais inamovíveis; fixam no tempo os papéis e as funções que devem ser assumidos pelas mulheres.</p>
<p>Por isto solicitamos a suspensão do certame para a eleição da Rainha das Festas 2012, por considerar que este anacrónico concurso constitui uma exaltação do mais rançoso machismo e atenta contra a dignidade das mulheres. Consideramos intolerável que desde uma instituição pública, como o Concelho de Sarria, e com os impostos de cidadãos e cidadãs se sustenha uma atividade que nem achega nada às festas nem foi nunca tradição. Solicitamos assim mesmo que o Concelho se comprometa a suprimir para sempre do calendário de atividades festivas este tipo de eventos nos que não se mostra respeito pelas mulheres. Os tempos da mulher-floreiro já passaram à história. Gostaríamos, por de mais, que as concelheiras, aderissem ao nosso pedido e demonstrassem assim aos seus colegas que elas também não são mulheres-floreiro, nem objetos decorativos no salão de plenos do Concelho de Sarria. Elas não deveriam tolerar ser comparsas de um espetáculo tão pouco edificante, com independência do género ou das preferências políticas.</p>
<p style="text-align: right;">Maio 2012</p>
<p style="text-align: right;">Mulheres Nacionalistas Galegas</p>
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		<title>Por umha sociedade laica polo nosso direito a decidir</title>
		<link>http://feminismo.org/2012/04/por-umha-sociedade-laica-polo-nosso-direito-a-decidir-3/</link>
		<comments>http://feminismo.org/2012/04/por-umha-sociedade-laica-polo-nosso-direito-a-decidir-3/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 15:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Laicismo]]></category>
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		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[laicismo]]></category>
		<category><![CDATA[revolução]]></category>

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		<description><![CDATA[As sombras da Igreja católica, as misogi­nias renovam-se continuamente. A Igreja de Roma segue a manter a esencia do seu discurso, a ser a gram represora da mulher ao serviço do sistema patriarcal. A sua jerarquía despregou toda a influencia &#8230; <a href="http://feminismo.org/2012/04/por-umha-sociedade-laica-polo-nosso-direito-a-decidir-3/">Continua a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As sombras da Igreja católica, as misogi­nias renovam-se continuamente. A Igreja de Roma segue a manter a esencia do seu discurso, a ser a gram represora da mulher ao serviço do sistema patriarcal.</p>
<p>A sua jerarquía despregou toda a influencia moral e polí­tica que adquiriu em seculos de dominios corpos e mentes para bloquear cada projecto que alentara a autonomia das mulheres.</p>
<p>Nos últimos tempos depois do anuncio de mudanças na materia de religiom, no matrimonio&#8230; a Igreja viu ameaçada a sua posiçom de poder e privilegios, impensaveis num estado constitucionalmente separado da Igreja:</p>
<ul>
<li>A Igreja católica percebe do Estado um financiamento milhonario de legalidade incerta.</li>
<li>A Igreja católica tem importantes concessons no sistema educativo, um negocio ideolígico e económico, que atingue mesmo aos centros públicos.</li>
<li>A Igreja católica condena aos movimentos feministas baseandose no argumento de que a biologia impuso-nos ás mulheres um papel de subordinaçom natural e defende a nossa reclussom na casa, ao servicio da familia&#8230;.</li>
<li>A Igreja católica atenta contra a saude. Nom se conforma com que as suas normas sejam seguidas por quem queira senom que pretende que esas normas afectem a todo o mundo. E por todo o mundo tenhem importantes efectos no controlo da natalidade ou na defessa contra a SIDA. A saude tamem atingue aos embaraços adolescentes, a anticoncepçom, aos mitos sobre a homosexualidade, a  violência patriarcal. No seu objectivo de manter umha estrutura repressora nom duvida em empregar argumentos falsos, acientití­ficos e discriminatorios.</li>
</ul>
<p>Como é possivel que siga gozando de privilegios, como se lhe pode conceder umha maioria escolar para que transmita e difunda umha doutrina perigosa, fundamentalista e acientí­fica en centros públicos de ensino?</p>
<p>Como podemos seguir escoitando teses sobre a maldade intrí­nseca das ideologias de género culpaveis, segundo Ratzinger, de destruir familias e vidas?</p>
<p>É preciso que a separaçom entre a Igreja e o Estado seja real e definitiva.</p>
<p>Numha sociedade nom sexista nom há espaço para a submissom do polí­tico ao religioso, nom há espaço para a intolerancia de bispos, iman ou rabinos regendo a nossa vida e os nossos corpos.</p>
<p><a href="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2011/04/livro-laicismo-MNG.pdf"><img src="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2008/10/capa-livro-laicismo.jpg" alt="" /></a></p>
<p>para ler o livro preme na imagem</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>As mulheres somos as mais prejudicadas pela crise global do capitalismo</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 22:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[greve]]></category>
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		<description><![CDATA[Exigimos a retirada da reforma laboral pelo seu impacto negativo no emprego das pessoas, pelo deterioro das condições de vida e trabalho que provoca, porque é discriminatória para as mulheres, porque supõe o desmantelamento de serviços e políticas igualitarias e &#8230; <a href="http://feminismo.org/2012/03/as-mulheres-somos-as-mais-prejudicadas-pela-crise-global-do-capitalismo/">Continua a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exigimos a retirada da reforma laboral pelo seu impacto negativo no emprego das pessoas, pelo deterioro das condições de vida e trabalho que provoca, porque é discriminatória para as mulheres, porque supõe o desmantelamento de serviços e políticas igualitarias e um retrocesso na igualdade de oportunidades e de trato entre mulheres e homens.</p>
<p><strong>Parva que sou</strong> dedicado a quem não fizera #greve ante recorte direitos cidadania:</p>
<p><object width="480" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_rgOFS7UZ2I?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_rgOFS7UZ2I?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2012/03/as-mulheres-somos-as-mais-prejudicadas-pela-crise-global-do-capitalismo/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2012/03/as-mulheres-somos-as-mais-prejudicadas-pela-crise-global-do-capitalismo/" data-text="As mulheres somos as mais prejudicadas pela crise global do capitalismo"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2012/03/as-mulheres-somos-as-mais-prejudicadas-pela-crise-global-do-capitalismo/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F03%2Fas-mulheres-somos-as-mais-prejudicadas-pela-crise-global-do-capitalismo%2F&amp;linkname=As%20mulheres%20somos%20as%20mais%20prejudicadas%20pela%20crise%20global%20do%20capitalismo" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F03%2Fas-mulheres-somos-as-mais-prejudicadas-pela-crise-global-do-capitalismo%2F&amp;title=As%20mulheres%20somos%20as%20mais%20prejudicadas%20pela%20crise%20global%20do%20capitalismo" id="wpa2a_8">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Eu faço greve, e tu?</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 17:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo direito ao emprego e à igualdade entre mulheres e homens, as MNG apoiamos greve laboral e cidadã convocada para 29 de março de 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo direito ao emprego e à igualdade entre mulheres e homens, as MNG apoiamos greve laboral e cidadã convocada para 29 de março de 2012.</p>
<p><a href="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2012/03/grevegeral.gif"><img src="http://feminismo.org/wp-content/uploads/2012/03/grevegeral.gif" alt="" title="grevegeral" width="320" height="243" class="aligncenter size-full wp-image-764" /></a></p>
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		<title>8 de março dia internacional das mulheres: os direitos das mulheres som os direitos do mundo</title>
		<link>http://feminismo.org/2012/03/8-de-marco-dia-internacional-das-mulheres-os-direitos-das-mulheres-som-os-direitos-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 21:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[Galeria fotos: images mani Mulheres Nacionalistas Galegas em Vigo participamos neste 8 de março na manifestaçom feminista convocada polo &#8220;Consello Municipal da Muller&#8221; de Vigo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/l2UaT-xBKsk" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Galeria fotos: <a href="http://goo.gl/eOfne">images mani</a></p>
<p>Mulheres Nacionalistas Galegas em Vigo participamos neste 8 de março na manifestaçom feminista convocada polo &#8220;Consello Municipal da Muller&#8221; de Vigo</p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2012/03/8-de-marco-dia-internacional-das-mulheres-os-direitos-das-mulheres-som-os-direitos-do-mundo/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2012/03/8-de-marco-dia-internacional-das-mulheres-os-direitos-das-mulheres-som-os-direitos-do-mundo/" data-text="8 de março dia internacional das mulheres: os direitos das mulheres som os direitos do mundo"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2012/03/8-de-marco-dia-internacional-das-mulheres-os-direitos-das-mulheres-som-os-direitos-do-mundo/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F03%2F8-de-marco-dia-internacional-das-mulheres-os-direitos-das-mulheres-som-os-direitos-do-mundo%2F&amp;linkname=8%20de%20mar%C3%A7o%20dia%20internacional%20das%20mulheres%3A%20os%20direitos%20das%20mulheres%20som%20os%20direitos%20do%20mundo" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2012%2F03%2F8-de-marco-dia-internacional-das-mulheres-os-direitos-das-mulheres-som-os-direitos-do-mundo%2F&amp;title=8%20de%20mar%C3%A7o%20dia%20internacional%20das%20mulheres%3A%20os%20direitos%20das%20mulheres%20som%20os%20direitos%20do%20mundo" id="wpa2a_12">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sejamos maré enlaçando vontades. NÃO à reforma da lei do aborto</title>
		<link>http://feminismo.org/2012/01/nao-a-reforma-da-lei-do-aborto/</link>
		<comments>http://feminismo.org/2012/01/nao-a-reforma-da-lei-do-aborto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 17:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>
		<category><![CDATA[aborto livre]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O feminismo é o único movimento que não tem nada de que se envergonhar. Não pedimos favores, exigimos direitos (Soledad Murillo) Todas sabemos que o direito ao aborto não é só o mais importante dos direitos reprodutivos, senão um dos &#8230; <a href="http://feminismo.org/2012/01/nao-a-reforma-da-lei-do-aborto/">Continua a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">O feminismo é o único movimento que não tem nada de que se envergonhar. Não pedimos favores, exigimos direitos</p>
<p style="text-align: right;">(Soledad Murillo)</p>
<p>Todas sabemos que o direito ao aborto não é só o mais importante dos direitos reprodutivos, senão um dos nossos direitos mais importantes.</p>
<p>O aborto é dovela de muitos outros direitos e se este se põe em questão o que está em jogo é o direito de todas as mulheres a sermos donas de nós, dos nossos corpos, a sermos livres.<span id="more-699"></span> Temos (em breve pode ser tínhamos) uma lei que parecia que, tarde ou cedo, poderia ser melhorada. Mas não. A igreja e os reacionários iniciam uma campanha na contramão da aplicação da mesma com o objetivo de fazê-la mais restritiva e periga o conquistado.</p>
<p>Há uns meses podíamos pensar que esta lei era inamovível, que a direita nunca se atreveria à tocar. Agora já sabemos que não; que a campanha na contramão tem sido forte e ainda por cima não fomos quem de realizar uma oposição organizada. Agora o PP tem ganhado as eleições também no Estado e vai modificar propondo um regresso ao passado: a 1985.</p>
<p>Mas de que nos assombramos? De que a direita seja direita? De que o Opus atue como se fosse o Opus? O PP desmantela o público e ninguém (ou quase ninguém) fez nada. Na Galiza aprovou-se a &#8220;Lei de apoio à família&#8221; e mal fomos as feministas as que nos preocupamos e tentamos nos auto organizar para o protesto.</p>
<p>Agora o PP vai contra o direito ao aborto e a ninguém deveria surpreender. Em realidade, faz o que fazem os governos reacionários. Está em consonância com sua política de subvencionar aos grupos pró-vida.</p>
<p>Há tempo que os governos de direitas estão a aplicar suas medidas:</p>
<ul>
<li>Reduzem os orçamentos destinados a Políticas de Igualdade.</li>
<li>Elimimnam as subvencçoes destinadas aos CIM enquanto subvencionam aos grupos pró-vida.</li>
<li>Desmantelam os Institutos/Secretarias da Mulher, utilizando sua estrutura para promover estereótipos sexistas patriarcais e modelos de família tradicionais.</li>
</ul>
<p>Mas, neste momento, o que conta é outra coisa. Devemos ser conscientes de uma vez por todas de que não é a direita só a que tem que nos preocupar, senão a esquerda, que não tem sido capaz de assumir realmente a defesa de nossos direitos e que com seu discurso de as &#8220;questões de género são transversais&#8221; e &#8220;o feminismo autónomo não tem razão de ser&#8221; não tem feito mais que desviar nossa atenção, nos fragmentar e dinamitar os espaços compartilhados. Isso sim que devería nos preocupar.</p>
<p>Escreveu-se e reflexionou-se muito sobre os impactos da atual crise na classe trabalhadora. Mas disse-se bem pouco das maneiras específicas que, tanto a crise como as respostas governamentais a ela, estão a ter sobre as mulheres. As medidas são criticadas de maneira genérica, sem incorporar nas análises as formas em que ditas mudanças nos afetam.</p>
<p>Com frequência esquece-se que o crescimento do desemprego, o recorte social resultante do Plano de Austeridade recai sobre as costas das mulheres, que seremos as que cobriremos mais uma vez com nosso trabalho invisível e não remunerado as negligencias do Estado. Seguiremos sendo as mulheres as que cobriremos a falta de residências, de escolas infantis, de pessoal sanitário, etc, vendo-nos “recompensadas” por todo isso com um recorte em nossas pensões por não ter permanecido laboralmente ativas de forma constante e completa.</p>
<p>Algumas sentimos em falta alguma análise e uma contestação, e não só por parte dos coletivos feministas, em relação a questões como o adiamento por segundo ano consecutivo na implantação da ampliação da permissão de paternidade a 14 semanas. Agora terá que esperar ao 1 de janeiro de 2013 para sua aplicação (isso se não o adiam até que esqueçamos que alguma vez houve uma lei que o contemplava…).</p>
<p>Aplicando uma análise desde a ótica feminista a resposta está clara: todas e a cada uma das medidas adotadas em nome da austeridade procuram perpetuar a divisão sexual do trabalho e enquanto nos tenham ocupadas em outras coisas, eles seguirão a se beneficiar de nosso trabalho, para se fazer cargo em exclusividade do cuidado das pessoas já estão as mulheres. Disse-o o bispo de Tarragona há uns dias verbalizando o que está no máis profundo do imaginario do patriarcado: &#8220;Às mulheres de minha igreja sempre lhes digo o mesmo: a quem tens que cuidar mais é a teu marido, ele é o filho mais pequeno da casa…&#8221;</p>
<p>Bem dizía Engels: a exploração das mulheres pelos homens é a primeira das explorações e a base de todas as outras.</p>
<p>Agora é o momento em que o feminismo deve se propor se vale a pena, se ainda nos ficam forças para lutar por nós mesmas e pelos nossos direitos.<br />
Algumas estamos fartas e indignadas e não queremos assinar mais manifestos nos que se acuse à direita de ser de direitas, queremos manifestos nos que se exija à esquerda que tome a sério a defesa de nossos direitos e que se comprometa realmente a respeitar nossa autonomia, nossos espaços e nossas datas.</p>
<p>Desde MNG achamos que se não cimentamos agora algo tão fundamental como o direito ao aborto é possível que terminemos por perder em um futuro não muito longe e que nos encontremos em nada com o desmantelamento total das políticas de igualdade.</p>
<p>Por isso uma vez mais utilizaremos todos os espaços para dizer alto e forte: NÃO à reforma da lei do aborto.</p>
<p>Também o 8 de março, día da luta feminista, berraremos mais uma vez uma unica palavra de orde: PELO DIREITO A DECIDIR SOBRE NOSSOS CORPOS E NOSSAS VIDAS: FEMINISMO SEM TRÉGUA.</p>
<p>Se a esquerda quer nos acompanhar que o faça mas baixo uma bandeira, a lilás, e um só protagonista: o feminismo. Se realmente creem e assumem a nossa causa hão ser quem de o fazer.</p>
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		<title>Carta para uma ministra</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/12/carta-para-uma-ministra/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 13:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[Ante o novo caso de violência machista ocorrido em Roquetas (Almería) cujo resultado foi o assassinato de uma mulher de 33 anos a mãos do seu casal, quero manifestar a minha rejeição a qualquer tipo de violência exercida contra as &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/12/carta-para-uma-ministra/">Continua a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ante o novo caso de violência machista ocorrido em Roquetas (Almería) cujo resultado foi o assassinato de uma mulher de 33 anos a mãos do seu casal, quero manifestar a minha rejeição a qualquer tipo de violência exercida contra as mulheres.<span id="more-694"></span></p>
<p>No entanto, na sua nota de imprensa qualifica-se a esta violência de &#8220;violência no meio familiar&#8221;:</p>
<p>&#8220;26 de dezembro de 2011. A Ministra de Sanidade, Serviços Sociais e Igualdade, Ana Mato, condenou o último caso mortal por violência no meio familiar ocorrido hoje em Roquetas (Almería). Ana Mato expressou a sua mais absoluta repulsa pela morte de uma cidadã de origem russo, de 33 anos, que foi assassinada pelo seu casal, um cidadão espanhol de 71 anos. O casal tinha um filho em comum.&#8221;</p>
<p>Pelisso, junto à minha repulsa pelo novo femicidio que eleva a 59 a cifra de mulheres assassinadas a mãos dos seus casais ou ex-casais no presente ano, manifesto também a minha repulsa à qualificação outorgada por si &#8220;como violência no meio familiar&#8221;. Permito-me recordar-lhe que esta violência se denomina de género segundo a Lei Integral. Também se denomina violência machista, porque é o resultado mais grave da discriminação e desigualdade que sofrem as mulheres em uma sociedade patriarcal onde o machismo prolifera e se converte em caldo de cultivo da violência contra as mulheres.</p>
<p>A violência no meio familiar engloba diferentes formas desta, não menos importantes, como a exercida contra as pessoas maiores ou as crianças, mas que se diferenciam da violência machista ou de género porque esta a sofremos as mulheres precisamente por sermos mulheres.</p>
<p>Esta mudança na denominação da violência machista é um retrocesso significativo na luta contra a violência machista que tantas pessoas levamos anos realizando. Uma mudança que teria consequências importantes.</p>
<p>Por todo o qual, esigimos retifique publicamente a qualificação outorgada a este novo assassinato e qualifique esta violência como machista ou de género.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O texto é a tradução da carta que podeis enviar à ministra. <a href="http://www.facebook.com/notes/e-mujeres/texto-de-la-carta-para-enviar-a-la-ministra-de-sanidad-servicios-sociales-e-igua/10151092592150254" target="_blank">Aqui</a> em castelhano.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook_like addtoany_special_service" data-href="http://feminismo.org/2011/12/carta-para-uma-ministra/"></a><a class="a2a_button_twitter_tweet addtoany_special_service" data-count="none" data-url="http://feminismo.org/2011/12/carta-para-uma-ministra/" data-text="Carta para uma ministra"></a><a class="a2a_button_google_plusone addtoany_special_service" data-annotation="none" data-href="http://feminismo.org/2011/12/carta-para-uma-ministra/"></a><a class="a2a_button_email" href="http://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;linkname=Carta%20para%20uma%20ministra" title="Email" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://feminismo.org/wp-content/plugins/add-to-any/icons/email.png" width="16" height="16" alt="Email"/></a><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Ffeminismo.org%2F2011%2F12%2Fcarta-para-uma-ministra%2F&amp;title=Carta%20para%20uma%20ministra" id="wpa2a_16">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Descubrindo a historia de Vigo polo seu I Roteiro en Feminino Sons de Mulleres</title>
		<link>http://feminismo.org/2011/12/descubrindo-a-historia-de-vigo-polo-seu-i-roteiro-en-feminino/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 21:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nosoutras]]></category>

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		<description><![CDATA[extraido de www.enlazavigo.com   Participantes no percorrido polo I Roteiro en Feminino, na rúa Real. © Foto: Víctor Acuña. I Roteiro en Feminino “Sons de Mulleres” promovido por Mulheres Nacionalistas Galegas co obxectivo de visibilizar as mulleres que, individual ou colectivamente, teceron a historia de &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/12/descubrindo-a-historia-de-vigo-polo-seu-i-roteiro-en-feminino/">Continua a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font-size: 20px; font-weight: bold;">extraido de </span><a style="font-size: 20px; font-weight: bold;" href="http://www.enlazavigo.com">www.enlazavigo.com</a></p>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
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<div>
<div>
<div>
<div>
<div style="text-align: center;">
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> <img src="http://2.bp.blogspot.com/-VIwUOEIhIjA/TvBve0YH8-I/AAAAAAAAAZI/tD0ZbQvjUqg/s400/gente.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Participantes no percorrido polo I Roteiro en Feminino, na rúa Real. © Foto: Víctor Acuña.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: left;"><strong>I Roteiro en Feminino “Sons de Mulleres”</strong> promovido por<strong> Mulheres Nacionalistas Galegas </strong>co obxectivo de <strong>visibilizar as mulleres</strong> que, individual ou colectivamente, teceron a historia de Vigo.<span id="more-683"></span> Leva por quince puntos de Vigo nos que, dun ou doutro xeito, as mulleres deixaron a súa pegada e a súa <strong>contribución á identidade de Vigo</strong>, aínda que a propia historia da cidade as teña silenciadas.</div>
<div style="text-align: left;">Percorre <strong>quince puntos</strong>, algúns deles <strong>espazos emblemáticos da cidade</strong> nos que pervive a memoria dos traballos das mulleres, ocupadas tanto facendo a colada nos lavadoiros públicos como trenzando cestas de vimbio, vendendo peixe na ribeira ou excedentes agrícolas nas prazas do centro histórico.</div>
<div style="text-align: left;">E, entre eles, espazos que son froito das reivindicacións e do traballo máis recente do<strong>movemento feminista de Vigo</strong>; lugares que recuperan a <strong>memoria de mulleres víctimas da represión franquista</strong>; de <strong>pedagogas</strong> que defenderon os dereitos das mulleres e impulsaron a súa educación, e lugares de <strong>creación artística e literaria</strong>, como foi a imprenta onde se imprimiu en 1863 “Cantares gallegos”, da poeta nacional <strong>Rosalía de Castro</strong>.</div>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> <img src="http://4.bp.blogspot.com/-NaMev3IfVHM/TvBuFo18biI/AAAAAAAAAYo/avfrjWuS2ME/s400/cestas.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Rúa das Cesteiras. © Foto: Víctor Acuña.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> <img src="http://4.bp.blogspot.com/-bjvHVDiLgs0/TvBuXk2M3GI/AAAAAAAAAYw/98UBDZD4EBU/s400/lavadoiro.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>Lavadoiro comunal A Barroca (rúa Poboadores). © Foto: Víctor Acuña.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> <img src="http://3.bp.blogspot.com/-zaGTRqny6q8/TvBusOXFTgI/AAAAAAAAAY4/5W55BZPh9X0/s400/mesa.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>De esquerda a dereita: a coordinadora do I Roteiro en Feminino, María Casar; a concelleira de Iguladade, Chus Lago, e a representante de Mulheres Nacionalistas Galegas, Luisa Ocampo. © Foto: Víctor Acuña.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: left;">Tras o seu percorrido, guiado por <strong>María Casar</strong>, o I Roteiro en Feminino foi presentado no <strong>Museo de Arte Contemporánea (Marco)</strong> nun acto que contou coa presenza de mulleres que colaboraron coas testemuñas das súas vivencias persoais no traballo de campo do Roteiro, así como de familiares das mulleres que nel se lembran.</div>
<div style="text-align: left;">O desexo de <strong>Mulheres Nacionalistas Galegas</strong> é que o Roteiro sexa <strong>convenientemente sinalizado</strong> e forme parte dos <strong>itinerarios por Vigo</strong>, e así llelo expresou neste acto á concelleira de Igualdade, <strong>Chus Lago</strong>.</div>
<div style="text-align: left;">Transcribimos aquí as palabras de <strong>María Casar</strong> porque son a mellor xustificación do <strong>valor histórico e cultural</strong> que ten este roteiro con <strong>ollada de muller</strong>:</div>
<div style="text-align: left;"><em><br />
</em></div>
<div style="text-align: left;"><em>“Cos nosos ollares queremos mergullarnos noutras vivencias, noutro tempo e noutros xeitos de vivir e de traballar e neste roteiro viaxamos aos sons dun Vigo que medrou coa forza, co valor, co compromiso, coa solidariedade e a valentía das mulleres que fixeron do seu labor unha achega ao desenvolvemento social, económico, ideolóxico e cultural da cidade de Vigo conformando o seu ser.</em></div>
<div style="text-align: left;"><em>Dende o compromiso políico, dende o traballo nas conserveiras e na ribeira do Berbés. Coas mans estragadas polo xeo e as galernas cavando angurias no corazón á espera dos que foran ao mar. Dende a pedagoxía alentadora e a medicina que medraba na vonade férrea e feminina aos murmurios e cantigas nos lavadoiros comunais e nos mercados. Dende os recunchos do traballo das cesteiras para encher de patelas as mans das carrexonas e os risos cómplices das ostreiras ás bágoas de sal das que emigraban e daquelas que vían dende a Estación Marítima alonxarse aos seus nun ronsel que desangrou a un país que afogaba en suores baixo soles alleos. Dende a cruenta represión franquista daquelas que loitaron pola liberdade nas rúas da cidade, nos sindicatos e na vangarda cultural e mesmo nas barricadas da resistencia ou dende os versos da nosa poeta nacional que viron a luz na imprenta de Compañel até o traballo construtivo das mestras e pedagogas que soñaron unha educación que aínda hoxe é soño de futuro. Dende a vontade de SER e de CONSTRUÍR a sociedade as mulleres ás que dedicamos este roteiro son a voz, o riso, o berro seco e a ollada que nos guía a todas e todos na construción dun mundo máis xusto e solidario.</em></div>
<div style="text-align: left;"><em>Os sons do devalo dos nosos pasos perseguindo o eco das súas voces, dos seus risos e choros, da súa voz clara e segura medran en nós para afortalar o futuro fronte ao esquecemento”.</em></div>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: left;"> <img src="http://3.bp.blogspot.com/-aLcGlqYRxS0/TvBvNE1L5LI/AAAAAAAAAZA/PiSY_nIzv3g/s400/marco.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Aspecto do Salón de Actos do Marco, na presentación do I Roteiro en Feminino. © Víctor Acuña.</p>
<div>Máis fotografías en:</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.flickr.com/photos/feminismo/sets/72157628472793805/">http://www.flickr.com/photos/feminismo/sets/72157628472793805/</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><span style="font-size: small;"><span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;">                                                                   <a href="http://goo.gl/1nWqT"> http://goo.gl/1nWqT</a><br />
</span></span></p>
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		<title>Não há justificações nem atenuantes. É o machismo o que mata</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 20:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convocatórias]]></category>
		<category><![CDATA[Em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Violência de género]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[feminista]]></category>
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		<category><![CDATA[patriarcado]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo assassinato de uma mulher na Galiza, e foi no seu posto de trabalho. As declarações do presidente da Câmara de Carral são inadmissíveis. Respostemos na rua, a este novo caso de violência de género, porque o machismo mata e &#8230; <a href="http://feminismo.org/2011/12/nao-ha-justificacoes-nem-atenuantes-e-o-machismo-o-que-mata/">Continua a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo assassinato de uma mulher na Galiza, e foi no seu posto de trabalho.<span id="more-673"></span></p>
<p>As declarações do presidente da Câmara de Carral são inadmissíveis. Respostemos na rua, a este novo caso de violência de género, porque o machismo mata e estamos fartas de tanta passividade por parte das autoridades ante os sangrantes casos de terrorismo machista.</p>
<p>O que disse o presidente da Câmara de Carral, José Luis Fernández Mouriño, foi: <em>Acho que nunca houve (denúncias por violência machista), mas ele ultimamente, estava um tanto abandonado, estava em desemprego, bebia&#8230;</em> (fonte: Europa Press)</p>
<p>Por quê ao narrar casos de terrorismo machista segue-se a insistir neste tipo de dados? Acaso ao descrever outros fenómenos de violência social fala-se deste tipo de coisas?</p>
<p>De nada informa o facto de que uma pessoa beba, esteja em desemprego ou <em>abandonada</em> ou coisas pelo estilo quando se fala de um fenômeno no que outros agressores nem bebem, nem estão em desemprego, nem estão abandonados. E a enorme maioria dos que bebem, estão em desemprego ou abandonados não assassinam.</p>
<p>O problema do que estamos a falar não tem a ver com situações individuais, senão com um comportamento social de dimensões enormes: desde que há estatísticas (em 2003) vão já mais de 600 mulheres assassinadas no Estado Espanhol.</p>
<p>Respostemos na rua a este novo caso de violência de género, porque o machismo mata e já estamos fartas.</p>
<p><strong>Concentrações:</strong><br />
<strong>Compostela</strong>: 13-12 às 20:30. Na Porta Do Caminho.<br />
<strong>Ferrol:</strong> 13-12 às 20h diante da Câmara municipal.</p>
<p><strong>Vigo: </strong>13-12 ás 20h diante do Marco</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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