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16 de junho manifestação nacional pelo direito a decidir sobre os nossos corpos

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As MNG fazemos um apelo a participar da manifestação nacional deste domingo 16 de junho contra a penalização do aborto e os ataques aos direitos das mulheres convocada pela Plataforma Galega

28 de maio: Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.

Celebra-se hoje o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, enquadrado numa situação na que as mulheres vemos como os nossos direitos são atacados,

#FeminismosEmEscracho Não vamos permitir que nos ponham a parir!!

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Diferentes organizações feministas convocamos em Vigo para a terça-feira dia 30 de abril às 19:30 diante da igreja Santiago de Vigo (R/ García Barbom) uma primeira acção feminista em resposta

Tempo de desobediência feminista

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Que alguém como Gallardón fale de “violência estrutural” quando é um dos responsáveis de a manter… Que fale de “violência estrutural” quem está a abrir as portas a que o

8 de março: Feminismo o poder das Mulheres!

feminismo

Em este 8 de março, levantamos mais uma vez nossas vozes para exigir uma transformaçom radical com igualdade, autonomia, liberdade e soberania! Neste 8 de Março estaremos nas ruas novamente

Junta-te a #FeministasEmResistência na Manifestaçom pela soberanía nacional!

O próximo domingo, 3 de março, decorrerá em Compostela umha manifestaçom nacional sob a legenda: Polo direito ao trabalho, à igualdade, aos serviços públicos e à plena soberania nacional galega

Chega já de corrupçom e de destruiçom social e cultural

Panmela Castro-LutoComoMulher

O próximo domingo, 3 de março, decorrerá em Compostela umha manifestaçom nacional sob a legenda: Polo direito ao trabalho, à igualdade, aos serviços públicos e à plena soberania nacional galega

Um bilhão que se ergue: Luta! Dança! Ergue-te! #1billionrising

One Billion Rising: Manifesta-te! Dança! Levanta-te!

“Mil milhões de mulheres violadas é uma atrocidade. Mil milhões de mulheres dançando é uma revolução”. É o lema da ação global que na próxima quinta-feira 14 de fevereiro pretende

Paremos o genocidio israeli contra o povo palestino. As suas armas a nossa pobreza, as suas guerras a nossa miséria

Acude à manifestaçom nacional o domingo 18 às 12:00 na Alameda de Compostela 

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Na Palestina, na pele de cada palestina, no rosto de cada palestino, sinala-se um mapa da dor. Cada dia, desde 1948, o exército israeliano planta umha lasca nesse mapa. A história recente de Palestina é umha alegoria da quebra que só o ser humano é capaz de infligir aos seus semelhantes, mais ao tempo o povo palestino escreveu, sobre as suas ruínas, páginas de dignidade e esperança.

Israel tem-no voltado a fazer. Os seus mísseis segarom a vida de várias centenas de pessoas entre elas muitas mulheres e crianças. Têm o poder que lhe garante a força militar, o apoio internacional -pola via dos factos- e o silêncio cúmplice que dura já vários decênios. A populaçom palestina está ao capricho de Israel: ou se pregam a suas imposiçons ou iram assasinando-os, neste processo de limpeza étnica. Umha operaçom executada por Israel, patrocinada por E.E.U.U., silenciada polo resto das potências, também as européias, e sofrida por umha populaçom inocente.

Contam, além disso, com a poderosa arma da propaganda. As suas interessadas teses imponhem-se fronte a umha realidade que as questiona dia a dia. Na sua política de tergiversaçom denominam terrorista ao resistente e estado democrático ao terrorista. Sustentam os seus direitos numha mentira genética, a que defendia o direito à criaçom do estado de Israel na Palestina com o lema �um povo sem terra para umha terra sem povo� ditado pela que fora Chefa do Governo israelita Golda Meir. Umha terra sem povo? Botarom-nos das suas casas e imediatamente assemelha que nom tiveram existido.

O nosso poder nom vai mais longe das nossas palavras e hoje queremos que clamem pola dignidade dum povo farto de sofrer a  violência. A populaçom palestina foi e é assassinada, humilhada por um estado criado artificialmente que ignora sistematicamente a legalidade internacional e assentado no sentimento dumha culpa européia sem purgar depois do holocausto nazi.


Exigimos aos governos e às instituiçons internacionais que ponham fim à limpeza étnica que o povo palestino sofre desde 1947 aplicando a legalidade internacional fazendo cumprir as resoluçons da Assembléia Gêral e do Conselho de Segurança das Naçons Unidas sobre o fim da ocupaçom, a volta às fronteiras de antes de 1967 e o retorno das pessoas refugiadas; as sentenças do Tribunal Penal Internacional da Haia para a eliminaçom do muro do apartheid na Cisjordânia; e a IV Convención de Genebra para o fim do feroz bloqueio de Gaza e a constante violaçom dos direitos da humanidade  da populaçom civil.

Por este incumprimento constante da legalidade internacional exigimos à comunidade internacional e ao estado espanhol a ruptura de relaçons e o boicote a Israel como o início do caminho para uma paz justa.

Os bombardeios tenhem que cesar e temos que implicar-nos na busca de uma saída política justa baseada na legalidade internacional sobre a qual se construa um cenário de paz. Umha saída que nom pode deixar impunes as pessoas responsáveis de tanta atrocidade sobre a populaçom palestina.

Desde MNG fazemos um chamado a participar em todos os actos convocados em solidariedade com Palestina

Assasinadas na Galiza 8 mulheres no 2008. O machismo também é fascismo

1.   Carme Fernández Martin de 61 anos em Cangas (31-01-08)

2.   Manuela Barreiro Veiras de 83 anos em Santiago ( 01-07-08)

3.   Aelica Da Costa de 25 anos em Vigo (18-08-08)

4.   Fabiola Mariana Da Silva de 30 anos em Cambre, A Corunha (11-11-08)


5.   Rosario Peso Andre de 57 anos em Vila Boa, Ponte Vedra (29-11-08)


6.   Mª Carme Barcala de 42 anos em Portas, Ponte Vedra (20-12-08)


7.   Maria Fraguela Martinez 63 anos Neda, A Corunha (24-12-08)

8.  A.T.F. 90 anos Cotobade, Ponte Vedra (29-12-08) 

Todas elas forom víctimas da violência de género o que vem a demostrar que as autoridades nom só nom ofrecem respostas reais às mulheres que estam em situaçom de maltrato senom que ademais estam a fechar os poucos serviços especializados e públicos existentes no país (caso da Casa de Mulheres maltratadas de Compostela no ano 2.007 e Casa de Acolhida de Vigo em julho do 2.008). Desde Mulheres Nacionalistas Galegas nom aceitamos mais discursos cheios de excusas e exigimos que se faga umha política integral de prevençom e intervençom contra a violencia de género para que casos como os anteriores nom voltem a suceder no nosso país.

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 visibilizando a violência nom ao feche dos recursos 

rebeliom, desobediência contra a sua violência  

Sinopse filme MNG â??20 anos desafiando o patriarcadoâ?

 

para reproduzir preme na imagem

Para

  • Nomeia-me!!!

    Se não nos nomeias, não nos escutas. Se não temos voz, não temos direitos nen liberdades