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Campanha 8 março 2025

Nem guerra que nos mate, nem paz que nos oprima!

8 março 2025

Mulheres Nacionalistas Galegas ante o 8M 2025

Muitas som as urgências que figuram na agenda feminista para as mulheres do mundo e para as mulheres galegas. Urgências que nos falam da violência machista, da pornografia e da prostituiçom como a nova escravitude, do negócio dos ventres de aluguer, dos retrocessos nos direitos sexuais e reprodutivos, da ausência ou recortes em serviços públicos vitais para todas nós, nas desigualdades salariais, da divisom
sexual do trabalho, da desigual carga no trabalho doméstico, de cuidados e da criança, do intento de converter em identidades os estereótipos sexistas que som o armazom da nossa opressom …

Urgências que nos convocam a todas, a mobilizarmonos e organizarmo-nos ao redor dum movimento mundial, o feminismo, com umha longa história de conquistas, mas também, como está a suceder no nosso tempo, de retrocessos.
Mas é no nosso tempo, que as feministas devemos ter claras qual som as nossas urgências, e ante a situaçom mundial, onde o tabuleiro da geopolítica volve a marcar os destinos do mundo, onde hai um genocídio televisado na Palestina, ou guerras de extermínio ocultas como a do Congo, e em Europa os mandatarios da OTAN falam de continuar e ampliar a guerra contra Rusia, devemos reagir e incluir na nossa agenda de urgências a loita contra a guerra.
As feministas sabemos da perda de direitos que para nós trouxerom historicamente as guerras. Temos exemplos atuais moi claros em Afeganistam ou em Síria. Somos botim de guerra, captadas e capturadas polas redes da prostituiçom para serviço dos exércitos, amoreadas nos campos de refugio com crianças e familiares de idade ou doentes a cargo…
Europa otanista, incluindo o estado espanhol, fala de sacrifícios, de economía de guerra, de traspasso de recursos para unha carreira armamentística que se vai custear recortando serviços públicos (educaçom, sanidade, dependência…) pensons, melhora de infraestruturas civis, construçom ou melhora de vivendas, escolas, hospitais…
A economía de guerra precisa recortar os nossos direitos e que as mulheres levemos toda a responsabilidade e carga nos processos de reproduçom, coidados e dependencia.
A guerra é a expresom mais cruel do patriarcado, a forma de resolver conflitos e dirimir interesses que conleva destruçom e morte, e arrastra consequências ao longo de varias geraçons. A guerra é umha realidade em território europeio e a sua ampliaçom pola que trabalham os nossos governantes, no canto de trabalhar pola paz, continuará a ser umha catástrofe para varias geraçons, porque som os povos e nom eles nem as grandes coorporaçons, que vam à rapina dos recursos, quem paga as consequências.
Este 8 de março MULHERES NACIONALISTAS GALEGAS manifesta a urgência de reagir contra a guerra, NEM GUERRA QUE NOS MATE, NEM PAZ QUE NOS OPRIMA.